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Seus dados não são apenas seus

on abril 30, 2018 Comentários desativados em Seus dados não são apenas seus

Não que isso seja uma surpresa, mas tivemos mais um escândalo de segurança nesta semana. O Twitter confirmou que também vendeu dados dos usuários para a Cambridge Analytica, assim como o Facebook.

Segundo o Canaltech, a GSR, mediadora entre o Twitter e Cambridge Analytica teria pagado por um dia de acesso à base de dados da rede de microblogging para coletar amostra de tweets públicos entre dezembro de 2014 e abril de 2015.

Ainda segundo a matéria, os dados teriam sido utilizados para criação de relatórios de marcas e pesquisas de ferramentas de extensão.

Dados para que te quero

A verdade então, meus amigos, é única: Nossos dados não são mais nossos. Porque é um ciclo: Se eu não tenho qualquer rede social ou não acesso à internet, não vivo para este mundo. Se eu tenho, necessito compartilhar as minhas informações. Não há uma boa escapatória.

Claro que antigamente já existia uma coleta de dados de maneira indireta quando ainda não existia a internet. Eram pesquisas públicas, dados de compra em lojas físicas e tudo mais. A internet apenas facilitou o caminho. No entanto, atualmente é possível saber muito mais do que apenas informações simples de compras de consumidores.

Atualmente é possível saber o posicionamento político, as vontades íntimas, exatamente o pensar de cada indivíduo. É a famosa inteligência artificial. Aquela, que víamos antigamente nos filmes e achávamos que não nos afetaria. Pois sim, ela já nos atinge há algum tempo e somente agora nos demos conta.

Pontos negativos

É claro que pesquisadoras como Cambridge Analytica não vão utilizar os seus dados para comprar, sei lá, um sofá em seu nome. Porém, o buraco é mais embaixo. Se lembram do escândalo da eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos, em que rumores apontavam que os eleitores foram influenciados através das redes sociais?

Bingo.

Com os dados, preferências, pesquisas íntimas de cada usuário, é possível simplesmente influenciar – para o bem e para o mal o grande público. Já temos provas de que com as redes sociais é possível levantar ou destruir uma marca.

Quem não se lembra do caso Quitandinha, em que a repercussão negativa fez com que o bar, localizado no coração da Vila Madalena, fechasse por alguns dias por conta de tantos protestos em sua porta.

É preciso ficar atento com tudo que é publicado. É importante sempre apurar a informação, observar as fontes das notícias e tomar sua decisão. Nunca acreditar apenas em um post, especialmente se a informação for levemente tendenciosa.

Estamos na era do bombardeio de informação. Portanto, é o momento de peneirar o que é válido e o que não é.

Fonte: Canaltech 

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Andressa NascimentoSeus dados não são apenas seus

Datas comemorativas e os sequestros de dados

on abril 27, 2018 Comentários desativados em Datas comemorativas e os sequestros de dados

Todo ano é a mesma coisa. Chegam as datas comemorativas importantes, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e os criminosos já começam a agir. Desta vez, a marca atingida foi O Boticário.

Segundo o G1, criminosos usaram o nome da marca para espalhar um golpe que promete kits gratuitos. A intenção é, claro, roubar os dados dos desavisados que clicarem nos links maliciosos.

Nesta semana a empresa informou, através de suas redes sociais, que não está realizando nenhum sorteio de kits e que esta suposta promoção é falsa. Estas armadilhas são feitas para atrair consumidores que buscam descontos e facilidades pra estas datas comemorativas.

O Boticário se pronuncia

O Boticário se viu na obrigação de esclarecer os boatos da suposta promoção e acabou divulgando em suas redes sociais o posicionamento da empresa:

“O Boticário esclarece que não está realizando nenhuma promoção com sorteio de kits de Dia das Mães, conforme informação que circula pelas redes sociais.

O suposto sorteio, que direciona os interessados para uma página de internet, é falso, não corresponde com a realidade e ainda pode representar um risco a quem acessar links estranhos ou preencher possíveis formulários com dados pessoais.

A marca está apurando a origem desses boatos e caso algum consumidor se sinta lesado, os canais de comunicação de O Boticário estão abertos para eventuais dúvidas e esclarecimentos.”

Atenção nos Cliques e nos Dados

A verdade é uma só: As pessoas ainda não prestam atenção no que clicam e no que lêem. E, apesar de as grandes redes como Facebook e Google se mostrarem empenhadas em acabar com as Fake News, muita notícia falsa ainda é dissipada pela internet. Sabem o por quê? Porque as pessoas clicam.

O desejo, a curiosidade é maior. Lembro da época das famigeradas correntes via whatsapp. “Se você passar para 10 pessoas vai ficar rico”. O que as pessoas pensavam: “se eu não ficar rico, pelo menos não faço mal a ninguém”. O que deveriam pensar: “Como eu poderia ficar rico passando uma corrente pelo whatsapp?”.

Essa é a questão. As pessoas não lêem, não interpretam texto e sequer pensam a respeito de algo, por mais absurdo que ele possa parecer. A cegueira e a vontade de ter as coisas gratuitamente falam muito mais alto do que o bom senso.

No entanto, isso pode custar caro. Bem caro. Pode custar o dinheiro da sua conta, ou a sua linha de celular clonada. Ou, ainda, seu cartão de crédito.

Não há escrúpulos quando se há crime. O que deve haver, por parte das vitimas, é apenas uma coisa: bom senso. Quando se pára e tenta entender por que estão oferecendo algo gratuitamente, percebe-se que tem algo errado. Porque nem o relógio, meus amigos, trabalha de graça. Que dirá uma grande marca?

Fonte: G1 

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Andressa NascimentoDatas comemorativas e os sequestros de dados

Caso Facebook: Dados para que te quero

on abril 18, 2018 Comentários desativados em Caso Facebook: Dados para que te quero

Um tempo atrás, ao conversar com marcas que ainda não possuíam páginas nas redes sociais, escutava-se muito a máxima do: “Eu tenho medo do que vão falar de mim e do meu negócio”. Essa era a preocupação naquele momento. Corta para a cena e estamos em 2018, em que se você não participa de qualquer rede social, meu amigo, você simplesmente não existe.

Quem nunca ouviu falar de uma empresa e deu aquela “Googlada” rápida para saber seus precedentes? Ou, ainda, em caso do mercado de produtos e serviços, quem nunca acessou o “Reclame Aqui” para saber a reputação da marca em questão?

Hoje em dia, temos tudo na internet. “Você só não está na internet, meu amigo, se tem algo a esconder”.

Do Facebook nada é escondido

Pois é. Sinto lhe informar, mas mesmo que não tenha rede social, a internet tem os seus dados. Especialmente e mesmo que você apenas acesse a web vezenquando, para ler aquela noticiazinha que muitos comentam.

O fato é que Mark Zuckerberg assumiu que o Facebook coleta dados de internautas mesmo que eles não sejam membros da rede social. Isso vale, também, para Twitter, LinkedIn, Snapchat e todas as redes sociais que possuam botões de compartilhar.

Segundo o G1, existe uma coleta de dados mesmo fora de suas plataformas quando o internauta acessa um serviço que é cliente de anunciantes das redes sociais (como o FaceAds, TwitterAds, LinkedIn Ads, etc).

Além disso, dados também são coletados quando o usuário curte ou compartilha algo em algum site externo, ou quando usa sua conta na rede social para se cadastrar em algum aplicativo. Saiba mais sobre o caso aqui. 

Se está na internet, está no mundo

O fato, meus amigos, é que não temos como nos esconder da coleta de informações. É preciso, é claro, tomar uma série de cuidados para não ser vítima de nenhum ataque virtual, como já comentamos aqui algumas vezes. 

No entanto, é aquela velha história: Uma vez na internet, para sempre na internet. Qualquer dado colocado ali permanecerá para sempre.

Então, como dissemos no nosso texto de ontem, pense bem nas informações que você compartilhará, para que isso não se volte contra você em algum momento.

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Andressa NascimentoCaso Facebook: Dados para que te quero

Uso de dados e os internautas que valem ouro

on abril 13, 2018 Comentários desativados em Uso de dados e os internautas que valem ouro

Falamos, durante toda a semana, sobre o escândalo do Facebook e como as redes sociais podem coletar dados do usuário sem que ele perceba. Pois bem, depois de dias em julgamento com horas a fio no tribunal, Mark Zuckerberg apenas relatou o que já desconfiávamos-barra-sabíamos-barra-evitávamos-falar-sobre.

As gigantes da internet, como Facebook e Google, utilizam sim dados dos seus usuários de acordo com cada público específico para lucrar – e muito – sem que o internauta receba nada por isso.

Segundo nota do G1, 86% dos US$ 110,8 bilhões faturados pelo Google vêm da publicidade; 86,6% dos US$ 2,4 bilhões faturados pelo Twitter vêm da publicidade; e 98% dos US$ 40,6 bilhões faturados pelo Facebook vêm da publicidade.

O que isso significa? Aquilo que comentamos quando falamos do seqüestro de contas do YouTube: Nós somos conteúdo e conteúdo é dinheiro.

Aceite do uso de dados

Logo que criamos uma conta no Facebook ou no Google, por exemplo, sempre temos que dar um aceite nos termos de utilização. Sim, este que absolutamente ninguém lê e que indica que nós estamos sim autorizando o uso dos nossos dados para pesquisa.

O público, que tem uma vontade quase que incontrolável de fazer parte do que dita a moda e a sociedade, sempre acaba autorizando essa coleta. É como se estivéssemos vendendo os nossos dados para que pudéssemos ter acesso a rede social.

Como vimos na nota do G1,

“Os lucros são baseados nas informações dos usuários, mas eles não recebem nada disso em troca”.

Ou seja: nós somos a galinha dos ovos de ouro.

Ainda de acordo com a matéria, o principal problema não é o uso dos dados em si, mas a falta de transparência sobre como isso é feito.

O outro lado da moeda

As gigantes da tecnologia se defendem com este tipo de coleta de dados, afirmando que a ação serve para melhorar os serviços que oferecem. Por exemplo: Se não tivéssemos os famosos algoritmos, receberíamos muitas propagandas de produtos os quais não temos interesse, o que poderia fazer com que o usuário se frustrasse e deixasse de usar as plataformas.

Uma mulher solteira, por exemplo, que não pensa em ter filhos, ficaria irritada de só receber conteúdo voltado para crianças. Ela ficaria brava com a rede social e com a marca, isso geraria uma rejeição para as duas empresas.

Então entendemos que, de certa forma, a publicidade direcionada é, sim, interessante para o usuário, porque encurta o caminho dele na busca por produtos e o blinda de receber conteúdo indesejado.

O problema, então, é apenas um: A comunicação. As empresas falam pouco sobre o uso de dados dos usuários de internet enquanto estes últimos fazem vista grossa para este ato, afinal recebem um serviço interessante.

Vejamos e acompanhemos os próximos passos após estes escândalos da internet.

Fonte: G1 

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Andressa NascimentoUso de dados e os internautas que valem ouro

Cookies: Entenda as vantagens e desvantagens

on julho 27, 2017 Comentários desativados em Cookies: Entenda as vantagens e desvantagens

Você já deve ter notado (mais que uma vez) que, quando entra em alguns sites, a primeira informação que aparece é que este armazena cookies para “otimizar o conteúdo para o leitor” e pergunta se está de acordo. Não somos adivinhos, mas sabemos que pelo menos 99% das pessoas que estão lendo este texto agora já clicaram, pelo menos alguma vez, em “sim”.

No entanto, o G1 divulgou nesta semana uma informação que explica exatamente a função destes cookies e porque, em algumas instancias, eles podem ser devidamente periogosos.

Cookies são vírus?

Não, fiquem tranqüilos. Os cookies são basicamente arquivos que armazenam dados sobre nós, os usuários, como gostos, informações que mais acessamos, etc. Eles controlam o tráfego do site, identificam os usuários e suas sessões de uso, armazenam conteúdos.

Em verdade, se formos avaliar, os cookies são mais considerados como “espiões”, porque coletam informações chave para que principalmente os anúncios sejam divulgados de maneira otimizadas para o público-alvo.

Segundo o G1, os cookies “contam” às marcas e empresas como nos comportamos na internet para que possam exibir propaganda de acordo com nossos gostos e interesses. Entre outras coisas, podem registrar:

Links de páginas

Senhas

Números de telefone

Endereço

Tipo de navegador e sistema operacional usados

Histórico de sites visitados

Manter ou apagar os Cookies?

Como a maioria dos sites nos obriga que cliquemos em “aceitar os cookies”, quem não quer deixar suas informações expostas o tempo todo, deve apagar as informações, apagar o seu cache do computador regularmente. Basta ir em “apagar dados de navegação” para limpar.

No entanto, é verdade que manter cookies ativados no computador pode ser, também, uma vantagem, já que suas informações ficam gravadas, os sites que já possuem seus dados podem abrir mais rápido e sua experiência como usuário pode sim ser melhor. Mas, de qualquer forma, nunca é demais prezar pela segurança, certo?

Fonte: G1

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Andressa NascimentoCookies: Entenda as vantagens e desvantagens

Você expõe seus dados na internet? Sim, você expõe.

on maio 30, 2017 Comentários desativados em Você expõe seus dados na internet? Sim, você expõe.

Com tantos casos de vulnerabilidades e ciberataques, o mundo todo ficou em pânico e passou e pensar em possíveis soluções e prevenções para contornar esta negativa. No entanto, um estudo da Kapersky Lab divulgou informação que assustou, em especial, os brasileiros. Pelo menos 96% dos usuários de internet compartilham sim dados pessoais, dentre eles 66% publicam imagens de filhos e família, enquanto pelo menos 45% divulgam dados de outras pessoas.

Quando informações importantes são compartilhadas com desconhecidos, simplesmente perdemos o controle sobre elas e simplesmente não sabemos até onde elas podem chegar.

Segundo o Canaltech, que divulgou a informação, existem pelo menos 37% dos usuários de internet que expõem detalhes de pagamentos, documentos pessoais e senhas com estranhos.

Prevenção de ataques a dados na internet

Claro que, visto que estamos na época do oversharing, ou seja, do compartilhamento desenfreado, é realmente muito difícil fazer com que as pessoas deixem de publicar fotos, vídeos e informações básicas do dia a dia. No entanto, é imprescindível criar-se o quanto antes a cultura de se precaver quanto à divulgação de dados importantes, especialmente no que se diz respeito a documentos e formas de pagamento (como cartões de crédito e débito). Quanto menos facilitarmos o caminho para os hackers, mais dormiremos tranqüilos todas as noites.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoVocê expõe seus dados na internet? Sim, você expõe.

Armazenar dados em nuvem no exterior exige cuidados

on maio 5, 2017 Comentários desativados em Armazenar dados em nuvem no exterior exige cuidados

Para uma maior interação de seus usuários, algumas companhias estão seguindo o fluxo tecnológico e deixando seus dados em nuvem para acesso dos funcionários. Cerca de 94% das companhias já devem ter tecnologias em cloud até 2020, o que é um número pra lá de expressivo, né?

Acesso a dados liberado

Em um mundo cada vez mais globalizado, com multinacionais e relacionamentos com clientes do exterior, o armazenamento de dados em nuvem fora do Brasil está se tornando cada vez mais comum e acessível. Porém, a cautela é sempre necessária, com aprimoramento dos processos de suas áreas fiscais e tributárias.

Além disso, as empresas precisam de uma assessoria contábil, já que é preciso conhecer a legislação tributária do país em que o serviço será contratado e diversos outros detalhes que não podem ser esquecidos. Isso, claro, facilita os processos para o cliente, com maior praticidade e segurança.

Brasil x exterior

Com uma assessoria nacional, por exemplo, o cliente pagará uma taxa menor, de 2,38% (contra 6,38% do IOF internacional), além de suporte dos especialistas 24 horas por dia, em português. Tudo deve ser colocado na ponta do lápis para ver qual alternativa de armazenamento de dados é melhor para cada empresa. E para o cliente também, claro.

O que é inegável, independente de usar cloud nacional ou internacional, é a importância de especialistas competentes, capazes de cuidar de todas as etapas do processo na hora de guardar dados.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoArmazenar dados em nuvem no exterior exige cuidados

Phishing: como não cair na ‘pesca’ de seus dados pessoais na web

on abril 18, 2017 Comentários desativados em Phishing: como não cair na ‘pesca’ de seus dados pessoais na web

Não é história de pescador, não! O “phishing”, que vem do inglês “fishing” (pesca), existe e tem se tornado uma ameaça cada vez mais comum na web.

A tentativa – muitas vezes bem sucedida – de “pescar” os dados de outras pessoas tem cada vez um leque maior de opções, como senhas, números de documentos, cartões de crédito, endereços e por aí vai.

Se você, seja cliente e/ou empreendedor, ainda não caiu neste golpe, meus parabéns! Mas quatro a cada 10 usuários ainda não conseguem identificar uma mensagem falsa e são vítimas em potencial.

Confira algumas dicas para não ser “fisgado” pelos golpistas da web:

Não confie no nome do remetente

O nome do remetente pode estar disfarçado sob um endereço de e-mail suspeito. Confira sempre antes de clicar em links e arquivos que você recebe.

Olhe, mas não clique

Passar o mouse em cima do link e conferir também é uma boa tática para não ser mais uma vítima. Digitar a URL recebida diretamente no navegador ao invés de clicar no link ainda previne riscos.

Como a mensagem “falou” com você?

E-mails de bancos, por exemplo, referem-se aos clientes pelo nome e não pela expressão “Prezado Cliente”, por exemplo.

Não ceda informações pessoais

Empresas, bancos e administradoras de cartão de crédito não pedem informação pessoal por e-mail (até as ligações que fazemos a eles acabam informando isso nas gravações).

Urgência? Ameaça? Tô fora!

É uma forma de relevância, que faz com que vítimas se afobem e clique em links e arquivos que falam de “conta suspensa” ou “um acesso não permitido foi realizado”. Falar diretamente com a empresa por telefone ou chat online são boas formas de confirmar a tentativa de phishing.

Não confie na imagem no topo do e-mail

Logotipos, cores e slogans das marcas são cada vez mais usados de forma fiel. Uma mensagem bem desenhada, com elementos gráficos, fontes e cores alinhados à comunicação da marca não são sinais de segurança.

Fonte: Canaltech

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Análise de dados em prol da satisfação do cliente

on abril 14, 2017 Comentários desativados em Análise de dados em prol da satisfação do cliente

“Servimos bem para servir sempre”. Provavelmente, você já leu esta frase, muito estampada em saquinhos de certos estabelecimentos e que traz uma verdade universal, especialmente nos dias de hoje.

Com uma quantidade cada vez maior de empresas – inclusive pelo surgimentos de pequenos empreendedores e um leque de segmentação sem limites – fidelizar o cliente nunca esteve tão em alta. Se até “roubar” o cliente de concorrentes já é uma vitória, imagine a importância de se manter um consumidor de longa data? Com o crescimento contínuo nas vendas pela web, inclusive, conhecer cada vez melhor o cliente é um ponto a mais diante dos seus adversário profissionais.

Confira algumas dicas de análise de dados:

– Melhorar a experiência de compra e agregar valor real ao processo de venda

– Colocar o consumidor, a peça-chave do negócio, em primeiro lugar

– Definir estratégias de precificação, promoção e comunicação

– Criar programas de fidelidade que tragam benefícios aos clientes, estimulando que ele retorne à sua empresa e fortalecça cada vez mais essa relação

– Analisar histórico de compras e determinar o que o cliente mais consome

– Investir em iniciativas de marketing, como cupons promocionais ou conteúdos exclusivos

– Fazer uma análise avançada dos dados dos consumidores, buscando os padrões e, assim, identificar e tratar aquilo que é considerado “fora do padrão”. Ou seja, o que pode representar um insight de negócio importante

– Se especializar em um atendimento emocional, interessado. Lembra da célebre frase “vai o de sempre hoje, Dona Maria?”, dita pelo pequeno empresário aos nossos avós e até a nossas mães?

– Ao se adiantar no que o cliente vai escolher, além de poupar tempo a ele, fica ainda mais forte esta relação de empatia consumidor/empresa. Mente livre e mais familiarizada ajuda a reforçar vínculos

Fonte: Canaltech

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Ransomware: saiba como se prevenir de hackers ‘sequestradores digitais’

on abril 6, 2017 Comentários desativados em Ransomware: saiba como se prevenir de hackers ‘sequestradores digitais’

Com o recente ataque bem coordenado a um famoso banco brasileiro (cujo nome é mantido em sigilo), claro que dá aquele medo de ter sua empresa entre os alvos dos hackers.

O chamado ransomware, popularmente chamado de ‘sequestro digital’, tem ganhado muita força, com golpes rentáveis (como é o caso dos donos do nosso dinheiro, óbvio).

O roubo de informações, senhas e demais dados sigilosos, claro, pode ser evitado. Afinal, é melhor “prevenir do que remediar”, mantendo a confiança do cliente e, ainda por cima, preservando também os muitos arquivos da empresa.

Algumas dicas são essenciais para evitar o ransomware:

Fazer backup

Sim, ele é amigo de longa data de todos nós e não deve ser esquecido. O armazenamento em um HD externo ou em sistemas de disco virtual (como Dropbox, Google Drive etc.) é mais comum. Até mesmo smartphones da empresa, que se revezam entre funcionários, devem ser cobertos de segurança em caso de assaltos.

Usar um antivírus

Detectar ameaças e fazer aquela faxina digital também ajudam a não deixar um amontoado de informações disponíveis em caso de ransomware ou assaltos. Há ótimas opções pagas no mercado e manter a atualização sempre em dia dificulda a vida dos criminosos.

Manter os programas atualizados

Além do antivírus, softwares utilizados nas empresas também devem estar sempre atualizados. Além de ofecerer novas funções, corrigem falhas de segurança, complicando os ataques de ransomware.

Não confiar em ninguém na hora de clicar

Estamos sempre conectados, certo? Então, muita cautela na hora de sair clicando em qualquer link, e-mail ou anexo que você recebe. Hackers, claro, sabem dessa nossa correria e volume de informações. Para não dar de bandeja a sua vida cibernética, vale até perguntar diretamente à pessoa se ela realmente te enviou aquilo.

Fonte: Revista Época

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