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Seus dados não são apenas seus

on abril 30, 2018 Comentários desativados em Seus dados não são apenas seus

Não que isso seja uma surpresa, mas tivemos mais um escândalo de segurança nesta semana. O Twitter confirmou que também vendeu dados dos usuários para a Cambridge Analytica, assim como o Facebook.

Segundo o Canaltech, a GSR, mediadora entre o Twitter e Cambridge Analytica teria pagado por um dia de acesso à base de dados da rede de microblogging para coletar amostra de tweets públicos entre dezembro de 2014 e abril de 2015.

Ainda segundo a matéria, os dados teriam sido utilizados para criação de relatórios de marcas e pesquisas de ferramentas de extensão.

Dados para que te quero

A verdade então, meus amigos, é única: Nossos dados não são mais nossos. Porque é um ciclo: Se eu não tenho qualquer rede social ou não acesso à internet, não vivo para este mundo. Se eu tenho, necessito compartilhar as minhas informações. Não há uma boa escapatória.

Claro que antigamente já existia uma coleta de dados de maneira indireta quando ainda não existia a internet. Eram pesquisas públicas, dados de compra em lojas físicas e tudo mais. A internet apenas facilitou o caminho. No entanto, atualmente é possível saber muito mais do que apenas informações simples de compras de consumidores.

Atualmente é possível saber o posicionamento político, as vontades íntimas, exatamente o pensar de cada indivíduo. É a famosa inteligência artificial. Aquela, que víamos antigamente nos filmes e achávamos que não nos afetaria. Pois sim, ela já nos atinge há algum tempo e somente agora nos demos conta.

Pontos negativos

É claro que pesquisadoras como Cambridge Analytica não vão utilizar os seus dados para comprar, sei lá, um sofá em seu nome. Porém, o buraco é mais embaixo. Se lembram do escândalo da eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos, em que rumores apontavam que os eleitores foram influenciados através das redes sociais?

Bingo.

Com os dados, preferências, pesquisas íntimas de cada usuário, é possível simplesmente influenciar – para o bem e para o mal o grande público. Já temos provas de que com as redes sociais é possível levantar ou destruir uma marca.

Quem não se lembra do caso Quitandinha, em que a repercussão negativa fez com que o bar, localizado no coração da Vila Madalena, fechasse por alguns dias por conta de tantos protestos em sua porta.

É preciso ficar atento com tudo que é publicado. É importante sempre apurar a informação, observar as fontes das notícias e tomar sua decisão. Nunca acreditar apenas em um post, especialmente se a informação for levemente tendenciosa.

Estamos na era do bombardeio de informação. Portanto, é o momento de peneirar o que é válido e o que não é.

Fonte: Canaltech 

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Andressa NascimentoSeus dados não são apenas seus

Datas comemorativas e os sequestros de dados

on abril 27, 2018 Comentários desativados em Datas comemorativas e os sequestros de dados

Todo ano é a mesma coisa. Chegam as datas comemorativas importantes, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e os criminosos já começam a agir. Desta vez, a marca atingida foi O Boticário.

Segundo o G1, criminosos usaram o nome da marca para espalhar um golpe que promete kits gratuitos. A intenção é, claro, roubar os dados dos desavisados que clicarem nos links maliciosos.

Nesta semana a empresa informou, através de suas redes sociais, que não está realizando nenhum sorteio de kits e que esta suposta promoção é falsa. Estas armadilhas são feitas para atrair consumidores que buscam descontos e facilidades pra estas datas comemorativas.

O Boticário se pronuncia

O Boticário se viu na obrigação de esclarecer os boatos da suposta promoção e acabou divulgando em suas redes sociais o posicionamento da empresa:

“O Boticário esclarece que não está realizando nenhuma promoção com sorteio de kits de Dia das Mães, conforme informação que circula pelas redes sociais.

O suposto sorteio, que direciona os interessados para uma página de internet, é falso, não corresponde com a realidade e ainda pode representar um risco a quem acessar links estranhos ou preencher possíveis formulários com dados pessoais.

A marca está apurando a origem desses boatos e caso algum consumidor se sinta lesado, os canais de comunicação de O Boticário estão abertos para eventuais dúvidas e esclarecimentos.”

Atenção nos Cliques e nos Dados

A verdade é uma só: As pessoas ainda não prestam atenção no que clicam e no que lêem. E, apesar de as grandes redes como Facebook e Google se mostrarem empenhadas em acabar com as Fake News, muita notícia falsa ainda é dissipada pela internet. Sabem o por quê? Porque as pessoas clicam.

O desejo, a curiosidade é maior. Lembro da época das famigeradas correntes via whatsapp. “Se você passar para 10 pessoas vai ficar rico”. O que as pessoas pensavam: “se eu não ficar rico, pelo menos não faço mal a ninguém”. O que deveriam pensar: “Como eu poderia ficar rico passando uma corrente pelo whatsapp?”.

Essa é a questão. As pessoas não lêem, não interpretam texto e sequer pensam a respeito de algo, por mais absurdo que ele possa parecer. A cegueira e a vontade de ter as coisas gratuitamente falam muito mais alto do que o bom senso.

No entanto, isso pode custar caro. Bem caro. Pode custar o dinheiro da sua conta, ou a sua linha de celular clonada. Ou, ainda, seu cartão de crédito.

Não há escrúpulos quando se há crime. O que deve haver, por parte das vitimas, é apenas uma coisa: bom senso. Quando se pára e tenta entender por que estão oferecendo algo gratuitamente, percebe-se que tem algo errado. Porque nem o relógio, meus amigos, trabalha de graça. Que dirá uma grande marca?

Fonte: G1 

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Andressa NascimentoDatas comemorativas e os sequestros de dados

Caso Facebook: Dados para que te quero

on abril 18, 2018 Comentários desativados em Caso Facebook: Dados para que te quero

Um tempo atrás, ao conversar com marcas que ainda não possuíam páginas nas redes sociais, escutava-se muito a máxima do: “Eu tenho medo do que vão falar de mim e do meu negócio”. Essa era a preocupação naquele momento. Corta para a cena e estamos em 2018, em que se você não participa de qualquer rede social, meu amigo, você simplesmente não existe.

Quem nunca ouviu falar de uma empresa e deu aquela “Googlada” rápida para saber seus precedentes? Ou, ainda, em caso do mercado de produtos e serviços, quem nunca acessou o “Reclame Aqui” para saber a reputação da marca em questão?

Hoje em dia, temos tudo na internet. “Você só não está na internet, meu amigo, se tem algo a esconder”.

Do Facebook nada é escondido

Pois é. Sinto lhe informar, mas mesmo que não tenha rede social, a internet tem os seus dados. Especialmente e mesmo que você apenas acesse a web vezenquando, para ler aquela noticiazinha que muitos comentam.

O fato é que Mark Zuckerberg assumiu que o Facebook coleta dados de internautas mesmo que eles não sejam membros da rede social. Isso vale, também, para Twitter, LinkedIn, Snapchat e todas as redes sociais que possuam botões de compartilhar.

Segundo o G1, existe uma coleta de dados mesmo fora de suas plataformas quando o internauta acessa um serviço que é cliente de anunciantes das redes sociais (como o FaceAds, TwitterAds, LinkedIn Ads, etc).

Além disso, dados também são coletados quando o usuário curte ou compartilha algo em algum site externo, ou quando usa sua conta na rede social para se cadastrar em algum aplicativo. Saiba mais sobre o caso aqui. 

Se está na internet, está no mundo

O fato, meus amigos, é que não temos como nos esconder da coleta de informações. É preciso, é claro, tomar uma série de cuidados para não ser vítima de nenhum ataque virtual, como já comentamos aqui algumas vezes. 

No entanto, é aquela velha história: Uma vez na internet, para sempre na internet. Qualquer dado colocado ali permanecerá para sempre.

Então, como dissemos no nosso texto de ontem, pense bem nas informações que você compartilhará, para que isso não se volte contra você em algum momento.

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Andressa NascimentoCaso Facebook: Dados para que te quero

Você usa a social media a seu favor?

on abril 17, 2018 Comentários desativados em Você usa a social media a seu favor?

Anos atrás, nos primórdios da utilização da social media, o público ainda descobria como se comunicar através destas ferramentas instantâneas conectadas à internet. Era um mundo maravilhoso, em que Twitter, Facebook eram tidos como um belo diário aberto à conversas com desconhecidos.

Não que atualmente o cenário seja diferente, mas o mercado fez com que muitas coisas nessa comunicação mudassem.

Em meados de 2010, 2011, a rede social mais forte no Brasil ainda era o Twitter. Naquela época, os usuários utilizavam a rede de microblogging para fazer vários comentários, em 140 caracteres, sobre os assuntos do dia. Posteriormente, com a queda do Orkut, o Facebook passou a tomar força e as pessoas começaram a migrar, mantendo as duas redes como principais durante o seu dia a dia.

Acontece que naquela época, as empresas ainda não tinham a dimensão do alcance que uma rede social poderia ter. As primeiras empresas a adentrarem às redes como comunidades, ou as famosas “fan pages”, abocanharam a melhor fatia do bolo, já que pessoas foram vendo aos poucos que estas estavam mais acessíveis.

O outro lado da social media

Com o tempo, as empresas começaram a entender que as redes sociais também podem ser interessantes para conferir o perfil do seu público para, assim, criar publicações mais assertivas. Depois disso, abriu-se uma oportunidade de analisar inclusive os possíveis candidatos a trabalho.

Atualmente é muito comum os recrutadores e head hunters verificarem os perfis pessoais dos candidatos a emprego. São avaliados o temperamento, posicionamento político, quantidade de publicações realizadas diariamente, qualidade destes posts. A empresa quer garantir que aquele indivíduo é perfeito para o cargo oferecido.

Por isso, é importante pensar em como nos apresentamos ao mundo em nossas redes sociais. Se queríamos que elas fossem um diário aberto, definitivamente elas viraram e qualquer um pode acessar e conferir o que quiser.

Não se trata apenas da roupa que você veste na sua foto do perfil (apesar de isso contar bastante, muitas vezes). Se trata da sua postura como ser humano naquele espaço. A empresa poderá concluir, baseado no que você diz, o seu tipo de temperamento.

Inteligência Artificial para match entre empresa e candidato

Empresas recrutadoras, além de confrontarem os dados enviados pelos usuários com o perfil de funcionário, recomendam oportunidades condizentes com o perfil do candidato, com base no que ele informa ao sistema.

Para isto, estão usando inteligência artificial. Segundo o G1, a 99Jobs é uma que usa do artifício para sugerir vagas para candidatos que tenham o perfil procurado e aderência cultural com a empresa que vai contratar. Saiba mais sobre esse tema neste link. 

O LinkedIn também utiliza deste artifício. Se você já pesquisou vagas através da plataforma, poderá ver que ela te sugere algumas oportunidades baseadas nas suas informações.

Social Media ao seu favor

O que queremos dizer com tudo isso? Que o Facebook não serve apenas para você colocar a foto do crush ou fazer testes para saber qual Spice Girl você é (inclusive já falamos muito a respeito dessas situações de falha de segurança). Esta é a sua nova janela para o mundo. Se quiser uma fatia deste grande bolo do mercado, utilize a plataforma a seu favor. Pense em todas as publicações, fotos e afins divulgadas. Porque uma vez na internet, meu amigo. Para sempre na internet.

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Andressa NascimentoVocê usa a social media a seu favor?

Uso de dados e os internautas que valem ouro

on abril 13, 2018 Comentários desativados em Uso de dados e os internautas que valem ouro

Falamos, durante toda a semana, sobre o escândalo do Facebook e como as redes sociais podem coletar dados do usuário sem que ele perceba. Pois bem, depois de dias em julgamento com horas a fio no tribunal, Mark Zuckerberg apenas relatou o que já desconfiávamos-barra-sabíamos-barra-evitávamos-falar-sobre.

As gigantes da internet, como Facebook e Google, utilizam sim dados dos seus usuários de acordo com cada público específico para lucrar – e muito – sem que o internauta receba nada por isso.

Segundo nota do G1, 86% dos US$ 110,8 bilhões faturados pelo Google vêm da publicidade; 86,6% dos US$ 2,4 bilhões faturados pelo Twitter vêm da publicidade; e 98% dos US$ 40,6 bilhões faturados pelo Facebook vêm da publicidade.

O que isso significa? Aquilo que comentamos quando falamos do seqüestro de contas do YouTube: Nós somos conteúdo e conteúdo é dinheiro.

Aceite do uso de dados

Logo que criamos uma conta no Facebook ou no Google, por exemplo, sempre temos que dar um aceite nos termos de utilização. Sim, este que absolutamente ninguém lê e que indica que nós estamos sim autorizando o uso dos nossos dados para pesquisa.

O público, que tem uma vontade quase que incontrolável de fazer parte do que dita a moda e a sociedade, sempre acaba autorizando essa coleta. É como se estivéssemos vendendo os nossos dados para que pudéssemos ter acesso a rede social.

Como vimos na nota do G1,

“Os lucros são baseados nas informações dos usuários, mas eles não recebem nada disso em troca”.

Ou seja: nós somos a galinha dos ovos de ouro.

Ainda de acordo com a matéria, o principal problema não é o uso dos dados em si, mas a falta de transparência sobre como isso é feito.

O outro lado da moeda

As gigantes da tecnologia se defendem com este tipo de coleta de dados, afirmando que a ação serve para melhorar os serviços que oferecem. Por exemplo: Se não tivéssemos os famosos algoritmos, receberíamos muitas propagandas de produtos os quais não temos interesse, o que poderia fazer com que o usuário se frustrasse e deixasse de usar as plataformas.

Uma mulher solteira, por exemplo, que não pensa em ter filhos, ficaria irritada de só receber conteúdo voltado para crianças. Ela ficaria brava com a rede social e com a marca, isso geraria uma rejeição para as duas empresas.

Então entendemos que, de certa forma, a publicidade direcionada é, sim, interessante para o usuário, porque encurta o caminho dele na busca por produtos e o blinda de receber conteúdo indesejado.

O problema, então, é apenas um: A comunicação. As empresas falam pouco sobre o uso de dados dos usuários de internet enquanto estes últimos fazem vista grossa para este ato, afinal recebem um serviço interessante.

Vejamos e acompanhemos os próximos passos após estes escândalos da internet.

Fonte: G1 

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Hackers: Ninguém está isento de ser atacado

on abril 10, 2018 Comentários desativados em Hackers: Ninguém está isento de ser atacado

Exatamente isso que você leu. Ninguém está isento, seja por qualquer motivo. Não apenas as instituições financeiras ou órgãos públicos são alvo dos hackers. Conteúdo passou a entrar na mira também, porque afinal de contas o conteúdo representa dinheiro, hoje em dia.

Na madrugada desta terça-feira (10), foi a vez do YouTube sofrer com uma invasão hacker que afetou contas oficiais VEVO de artistas mundialmente famosos, como Shakira, Katy Perry, Taylor Swift e o mais famoso Luiz Fonsi, com seu hit Despacito.

Segundo o Canaltech, os criminosos alteraram títulos de alguns vídeos, apagar outros e inseriram imagens dos ladrões da série La Casa de Papel, que conta a história de um assalto à Casa da Moeda da Espanha.

Ainda de acordo com a matéria, a maior vítima foi o clipe de Despacito, que tinha mais de 5 bilhões de visualizações e saiu do ar.

Hackers seqüestram dados e conteúdo

Conteúdo, atualmente, significa dinheiro. Especialmente de celebridades e influenciadores digitais, que ganham muito em patrocínio. Neste caso deste seqüestro não houve nenhum tipo de resgate, mas é como se fosse um sinal para que todos ficássemos alerta: Ninguém está isento de ser hackeado.

Este seqüestro, em si, foi uma forma de mostrar que mesmo estas redes sociais gigantes, do Google e do Facebook, podem ter brechas. E isso significa vazamento de dados, que também valem milhões.

É só você ler este texto de ontem, em que falamos do escândalo do Facebook com a Cambridge Analytica.

O resumo é: Precisamos ficar atentos com as nossas contas nas redes sociais. Especialmente com as grandes. Tempo é dinheiro, conteúdo é dinheiro. Perfis valem dinheiro.

Fonte: Canaltech 

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Andressa NascimentoHackers: Ninguém está isento de ser atacado

Como o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

on abril 9, 2018 Comentários desativados em Como o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

Se você não esteve em um buraco nas últimas semanas, deve ter ouvido falar que houve um escândalo envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica. Aparentemente os dados de pelo menos 50 milhões de usuários foram utilizados sem o consentimento através de um teste psicológico que está circulando na rede social. Segundo o G1, a empresa coletava também os dados dos amigos dos usuários, também.

Depois deste escândalo e da pressão dos governos pela transparência de informações no que diz respeito ao vazamento de dados, o Facebook decidiu endurecer a sua política de dados aparentemente de suas outras redes sociais, como o Instagram e o Messenger.

O trabalho com redes sociais versus o Facebook

Há pelo menos uns bons anos, veículos e marcas utilizam das redes sociais para promover seu negócio e dissipar informações. Com isso, foram criadas várias ferramentas de monitoramento, automação, criação e geração de relatórios. Estas facilitavam e permitiam geração de benchmark mais poderoso e cheio de informações.

Com o escândalo do Facebook, as empresas de redes sociais podem encontrar um problema sério pela frente, afinal muitos recursos fundamentais foram encerrados.

Estevão Soares fez um texto muito interessante no seu blog com uma pesquisa completa sobre o que pode afetar, de fato, o seu negócio. Você pode conferir aqui. 

Segundo o texto dele, pelo menos para o Instagram foram encerradas as seguintes funcionalidades:

“- Os fluxos de informação de Grupos, eventos e buscas de página não irão mais exibir informações de usuários identificáveis como: usuário e foto do perfil.

– Algumas ferramentas poderiam fazer buscas para atrelar o perfil ao resultado da buscas e assim categorizar o comportamento daquele público.

– Impossibilidade de acompanhar o fluxo de Páginas que você não tem o acesso apropriado.

– Anteriormente, era possível monitorar os comentários de concorrentes em tempo real por exemplo.

– Restrição nas informações de Eventos e Grupos.

– Anteriormente, era possível extrair a lista de convidados de cada evento e também ler o conteúdo de posts na timeline de eventos. Com esta atualização, isso deixa de ser possível.

– Não será possível trocar mensagens privadas utilizando os aplicativos de terceiros (aparentemente isso só é válido para novas páginas, as antigas, já conectadas nas ferramentas, estarão ok.). Isso impacta diretamente o fluxo de atendimento de ferramentas de Gestão onde tickets são categorizados e repassados para outros atendentes por exemplo.

– Mencionar Páginas e Usuários não será mais permitido.

– Não será mais possível taguear um conteúdo referente a Branded Content”.

Com estas mudanças e o fim das ferramentas de automação, é possível que muitas marcas sintam seu engajamento e número de curtidas cair drasticamente.

O que podemos pensar a respeito?

Ainda é cedo para pensar como as agências de mídias sociais devem agir. Afinal de contas, o escândalo ainda está rolando e fica difícil saber qual vai ser o posicionamento final do Facebook com relação à sua API.

O que podemos sugerir, para este momento, é: Mantenham-se sempre com as ferramentas oficiais da marca e tenham paciência. Os resultados orgânicos demoram bem mais a aparecer, mas aparecem.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoComo o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

A representatividade importa na tecnologia

on março 26, 2018 Comentários desativados em A representatividade importa na tecnologia

Se você não esteve em um buraco nos últimos anos, já deve ter utilizado ao menos uma vez os famosos emojis – aquelas figurinhas dispostas nos teclados dos smartphones para deixar a conversa ainda mais divertida. O que acontece é que com o passar do tempo, as empresas dos emoticons passaram a investir em figuras que fossem mais próximas do usuário. O que isso significa? Sim, senhores, representatividade.

Atualmente podemos observar figuras que representam a multietnicidade, profissões, o lúdico, os relacionamentos e condições (como é o caso da emoji de gravidez). Agora, a Apple anunciou novos emoticons que ampliam ainda mais esse leque de representatividade: cão-guia; homem e mulher caminhando com uma bengala; homem e mulher sinalizando que são surdos; uma orelha com aparelho auditivo; homem e mulher em cadeiras de rodas; homem e mulher em cadeiras de rodas motorizadas; uma prótese de braço; uma prótese de perna; e um cão de serviço.

Representatividade digital

Hoje em dia o público tem mais voz, com as redes sociais. E quando falamos de público, incluímos as minorias, que por muito tempo se manteve segregada por uma sociedade que ditou o suposto “certo” x “errado”.

É importante, sim, indicar uma deficiência física, uma condição, temas que envolvem uma parte menor da população. Isso sim é inclusão e pensar em todos os públicos.

Em uma era em que a customização e a personalização importam, é imprescindível pensar em todo o seu público para ser mais assertivo e ter mais retorno orgânico em sua marca.

Se a Apple acertou? Acertou em cheio. Vamos ver, agora, qual será a resposta do público.

Fonte: G1 

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Escândalo do Facebook e o prejuízo para os usuários e as marcas

on março 26, 2018 Comentários desativados em Escândalo do Facebook e o prejuízo para os usuários e as marcas

Na última semana, o Facebook foi envolvido em um escândalo após relatos de que a rede social de Mark Zuckerberg tem coletado por muitos anos o histórico de chamadas telefônicas e de SMS dos celulares dos usuários que possuem o aplicativo instalado.

Segundo o G1, a rede social não continha só dados de histórico dos usuários, mas também metadados de mensagens enviadas e recebidas pelo celular, como nomes de contatos, números de telefones, duração de cada ligação, etc.

Lá nos primórdios da criação do Facebook, nós autorizamos a utilização de nossas informações. Muitos de vocês nem devem se lembrar disso, afinal naquela época não imaginávamos que, a este ponto, a tecnologia já teria evoluído tanto a ponto de a empresa saber exatamente tudo o que fazemos, pesquisamos, pensamos e afins.

A própria empresa afirma que essa coleta de dados é autorizada por cada usuário que cria a sua conta no Facebook. O problema maior foi que, neste escândalo, ficou subentendido que a companhia de Zuckerberg estaria vendendo estes históricos dos usuários.

O Facebook, até então, se defendeu comentando que cada usuário tem o controle de suas informações.

Nós sabemos que isso não é verdade.

Algoritmos do Facebook

Há um bom tempo muitas pessoas têm relatado que o Facebook tem sugerido propagandas de produtos ou serviços que de fato foram falados, porém não pesquisados efetivamente em nenhum dispositivo. O que sugere que a rede social também possui acesso aos microfones dos smartphones, computadores e tablets e que guarda palavras-chave para otimizar o sistema de publicidade para o usuário.

Agora voltamos lá nos primórdios novamente: Quando você autorizou o uso de dados, imaginou que a coisa pudesse degringolar desta forma? Pelo menos a maioria das pessoas pensou que o que seria utilizado era apenas o que fosse postado efetivamente na rede social.

O que o Facebook faz chega a ser extremamente invasivo e perigoso. Afinal, o escândalo, que foi apontado pelo The New York Times e pelo The Guardian revelou justamente que dados dos usuários foram utilizados sem o consentimento pela Cambridge Analytica.

Esta polêmica gerou ainda mais dúvidas quanto à transparência da empresa e a efetiva proteção de dados do usuário da rede social.

Prejuízo

Ainda segundo o G1, a empresa chegou a perder pelo menos 9,15% em ações, o equivalente a pelo menos US$ 49 milhões (aproximadamente R$171,5 milhões) em valor de mercado.

Saiba mais sobre o caso aqui. 

Instabilidade entre consumidores e marcas

Este escândalo do Facebook não é prejudicial apenas para a empresa e seus usuários. É extremamente complicada para as marcas que trabalham diariamente seu conteúdo na rede social.

Afinal, a maioria das empresas também possui o aplicativo instalado em vários aplicativos e, quando trabalhadas em agencias, as marcas também são conectadas a ferramentas externas para melhorar o monitoramento.

É um problema gravíssimo de segurança de dados que pode gerar instabilidade econômica em boa parte do mundo; Afinal esta é uma brecha e tanto para que hackers coletem informações secretas de empresas e de usuários, podendo realizar seqüestros de dados e afins.

Vamos acompanhar este caso e prezar por nossas informações que são publicadas na internet.

 

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O Cross-branding e as possibilidades no mundo digital

on março 22, 2018 Comentários desativados em O Cross-branding e as possibilidades no mundo digital

O que mais vemos, na atualidade, é grandes marcas fazendo parcerias para entregar um serviço mais completo para o consumidor esta é uma jogada de mestre, afinal as duas saem ganhando com a fidelidade do cliente. Isso é o que chamamos de Cross-branding.

Nesta semana, por exemplo, a Smiles e a Uber anunciaram uma parceria, em que o usuário compra créditos da companhia de mobilidade na plataforma do programa de milhas antes de usar o aplicativo e então contabilizar os pontos.

O sistema funciona normalmente como uma carteira virtual, tal qual como em créditos pré-pagos. A conversão será feita pela plataforma do Smiles. Cada real gasto em créditos da Uber se transforma em 3 milhas para usuários comuns e 4 milhas para os assinantes do Clube Smiles.. Isto, na verdade, não é novo: Recentemente a Cabify já realizou essa ação, porém em parceria com a Multiplus, outro programa de milhagem.

Saiba mais sobre esta parceria aqui. 

Em verdade, todos ganham com isso. Afinal, os clientes querem pagar menos e ter mais vantagens, é claro. E nesta corrida pela melhor fatia do mercado, vence quem consegue oferecer mais.

Cross-branding e a união da reputação

É claro que estamos falando, aqui, de quatro empresas com reputações já seladas no mercado. No entanto, é possível criar um cenário parecido com marcas pequenas.

Este pode ser o momento de alavancar a reputação da sua marca e fazer com que ela fique conhecida em âmbito digital. No entanto, não basta apenas fazer uma parceria. É preciso oferecer algo para o cliente, para que ele acredite que ser fiel às duas marcas pode ser bom para ele também.

Neste caso da Uber/Smiles e Cabify/Multiplus, o cliente soma pontos de milhagens, que podem se reverter em descontos de até 100% (caso ele tenha uma boa pontuação) em reservas de passagens aéreas, hotéis, locação de automóveis e afins. É o que a maioria das pessoas que mantém um programa de milhas, quer: descontos. Certo?

É preciso criar uma parceria interessante, com benefícios reais e fazer uma boa divulgação com marketing digital, incluindo redes sociais e e-mail marketing. Este é o gol de placa do momento e esta poderá ser a sua oportunidade de galgar seu espaço ao sol.

 

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