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Caso Facebook: Dados para que te quero

on abril 18, 2018 Comentários desativados em Caso Facebook: Dados para que te quero

Um tempo atrás, ao conversar com marcas que ainda não possuíam páginas nas redes sociais, escutava-se muito a máxima do: “Eu tenho medo do que vão falar de mim e do meu negócio”. Essa era a preocupação naquele momento. Corta para a cena e estamos em 2018, em que se você não participa de qualquer rede social, meu amigo, você simplesmente não existe.

Quem nunca ouviu falar de uma empresa e deu aquela “Googlada” rápida para saber seus precedentes? Ou, ainda, em caso do mercado de produtos e serviços, quem nunca acessou o “Reclame Aqui” para saber a reputação da marca em questão?

Hoje em dia, temos tudo na internet. “Você só não está na internet, meu amigo, se tem algo a esconder”.

Do Facebook nada é escondido

Pois é. Sinto lhe informar, mas mesmo que não tenha rede social, a internet tem os seus dados. Especialmente e mesmo que você apenas acesse a web vezenquando, para ler aquela noticiazinha que muitos comentam.

O fato é que Mark Zuckerberg assumiu que o Facebook coleta dados de internautas mesmo que eles não sejam membros da rede social. Isso vale, também, para Twitter, LinkedIn, Snapchat e todas as redes sociais que possuam botões de compartilhar.

Segundo o G1, existe uma coleta de dados mesmo fora de suas plataformas quando o internauta acessa um serviço que é cliente de anunciantes das redes sociais (como o FaceAds, TwitterAds, LinkedIn Ads, etc).

Além disso, dados também são coletados quando o usuário curte ou compartilha algo em algum site externo, ou quando usa sua conta na rede social para se cadastrar em algum aplicativo. Saiba mais sobre o caso aqui. 

Se está na internet, está no mundo

O fato, meus amigos, é que não temos como nos esconder da coleta de informações. É preciso, é claro, tomar uma série de cuidados para não ser vítima de nenhum ataque virtual, como já comentamos aqui algumas vezes. 

No entanto, é aquela velha história: Uma vez na internet, para sempre na internet. Qualquer dado colocado ali permanecerá para sempre.

Então, como dissemos no nosso texto de ontem, pense bem nas informações que você compartilhará, para que isso não se volte contra você em algum momento.

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Andressa NascimentoCaso Facebook: Dados para que te quero

Fake news, erros na internet e os erros eternos

on fevereiro 27, 2018 Comentários desativados em Fake news, erros na internet e os erros eternos

Já mencionamos aqui algumas vezes o poder das mídias sociais e da internet e como elas podem contribuir para o fim da reputação de uma marca, uma celebridade, uma pessoa civil. Especialmente no caso de uma fake news.

Antigamente, as histórias eram apuradas pela imprensa e depois dissipadas pela população. O que também era ruim, porque até que se provasse o contrario, já existia linchamento e boicote (quem não se lembra do caso da Escola Base?).

Agora, com as redes sociais e as noticias sendo veiculadas com a maior velocidade, a coisa mudou um pouco de figura. Os casos de abuso e assédio em Hollywood provam isso. Harvey Weinstein e Kevin Spacey, por exemplo, depois da série de escândalos relacionados a eles, viram suas carreiras acabarem.

Na tarde de hoje (27), pudemos observar duas notícias sobre eles na internet: O pedido de falência da produtora The Weinstein Co. e o fechamento das portas da Fundação Kevin Spacey. Ambas por conta dos escândalos revelados pela mídia e pelas redes sociais.

Hoje em dia, um sopro pode levantar ou pode acabar com tudo. É preciso prezar para que a sua marca se mantenha com a boa reputação. É importante os seus pensamentos estarem de acordo com as diretrizes do seu negócio. Isso vai contar bastante quando o tribunal das redes sociais buscar informações a seu respeito.

Fake news contribuem para o linchamento

Existe, ainda, uma terceira vertente que pode ser perigosa para qualquer marca. São as fake news. Quem assistiu ao Fantástico no último domingo, conferiu a matéria sobre o grupo de pessoas que param o seu dia com notícias enganosas – geralmente compradas – para abordar determinado assunto.

Atualmente, com as pessoas acreditando piamente nas notícias divulgadas nas redes sociais, fica bem complicado reverter uma situação em que a sua marca se envolve em polêmicas.

Por isso, é importantíssimo manter a equipe de comunicação da sua empresa estruturada e pensar em todas as informações que serão divulgadas em qualquer canal digital. Afinal de contas, quando os erros partem para a internet, lá eles ficarão eternamente. E dificilmente serão esquecidos.

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Andressa NascimentoFake news, erros na internet e os erros eternos

Vício em smartphone e os prejuízos da tecnologia mal utilizada

on fevereiro 21, 2018 Comentários desativados em Vício em smartphone e os prejuízos da tecnologia mal utilizada

Ontem divulgamos um texto a respeito de um local que supostamente interna adolescentes viciados em smartphones. Hoje, o Canaltech divulgou nota afirmando que pelo menos 50% dos jovens atuais assumem o vício nos dispositivos e 59% dos pais sabem disso.

Você pode saber mais informações desta matéria aqui. 

Isso é extremamente preocupante, porque de fato os smartphones, a internet, os aplicativos e a conexão, em si, vieram para facilitar a nossa vida. No entanto, a era Millenials não compreende a vida sem todos estes aparatos.

Vivemos em uma época de imediatismo, de rapidez, de “tudo para ontem”. Millenials não conseguem compreender, por exemplo, como vivíamos nos anos 90 com máquinas de escrever e cartas por correio. Ou, mesmo, telefones fixos – que ainda existem, mas não nos possibilitam enviar fotos e gifs e afins.

Adolescentes com vício em smartphone e redes sociais

Em verdade, é preciso ficar de olho nos adolescentes desta era Millenial. Eles simplesmente não sabem e não entendem o motivo da importância de se ter controle. No próprio Facebook, quando criamos um cadastro, vemos a importância do fator idade. Menores de 18 anos, em teoria, não deveriam ter um perfil nas redes sociais.

Em primeiro lugar, porque não possuem a malícia necessária para se lidar com pessoas desconhecidas na web. Em segundo lugar, porque não sabem a hora de parar.

Ainda segundo o texto divulgado pelo Canaltech, o ideal é recomendar o uso de maneira gradual aos adolescentes, para desenvolver os bons hábitos. Criar um cronograma com regras também pode ser efetivo.

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Andressa NascimentoVício em smartphone e os prejuízos da tecnologia mal utilizada

Internet, suas conexões e o futuro do mercado

on janeiro 22, 2018 Comentários desativados em Internet, suas conexões e o futuro do mercado

A cada dia que passa, vemos mais dispositivos conectados e mais dinamismo e rapidez em nossas vidas. A internet tem facilitado encontros, compras, facilidades no dia a dia que, nos anos 90, nem imaginávamos que teríamos. E agora a internet das coisas chega para mudar completamente a nossa postura perante o mundo.

Agora a nova tendência e previsão para o mercado são os sistemas inteligentes, que devem beneficiar pesquisas, atendimento ao cliente e drasticamente reduzir custos operacionais. Na CES 2018, que aconteceu em Las Vegas, não se falou em outra coisa do que IoT.

Empresas mais próximas dos clientes

A internet das coisas, com seus dispositivos tecnológicos conectados, deixam especialmente o universo corporativo mais acessível e dinâmico, com custos reduzidos. Esta aproximação com o cliente que a conexão possibilita, faz a diferença no montante final, com respostas em tempo real e reputação digital no âmbito digital.

Segundo o Canaltech, a expectativa é que o investimento em aplicações que usam inteligências artificiais especialmente com internet das coisas siga em crescimento expressivo.

Brasil voltado para a tecnologia e suas conexões

Ainda de acordo com o Canaltech, uma pesquisa realizada pela FGV apontou que o numero de smartphones já é o mesmo numero de habitantes no país. Isso significa que o mercado móvel conectado possui uma posição favorável no futuro da tecnologia.

Muitas pequenas e medias empresas ainda se preocupam com a evolução da internet das coisas e da inteligência artificial no mercado, pois imaginam que haverá uma perda significativa de empregos. De fato, haverá. O mercado nos moldes de hoje não será o mesmo de amanhã. Novas posições deverão ser criadas para suprir as necessidades da indústria, mesmo com a tecnologia.

A partir de agora basta as empresas se abrirem para a adaptação. Afinal de contas, o caminho para o futuro tecnológico das conexões e mobilidade é uma via de mão única.

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Andressa NascimentoInternet, suas conexões e o futuro do mercado

Demissões na Salesforce e a reflexão sobre o que é publicado na internet

on janeiro 5, 2018 Comentários desativados em Demissões na Salesforce e a reflexão sobre o que é publicado na internet

Já ouvimos muitos casos na internet de demissões envolvendo publicações polêmicas nas redes sociais. A empresa Salesforce foi comentada nesta semana por conta da demissão do presidente da unidade Brasil justamente causada por uma foto na internet.

Na festa de fim de ano da empresa, houve um concurso de fantasias e um funcionário vestiu uma fantasia polêmica, se referindo a um meme muito comum compartilhado via whatsapp, chamado (sic) “Negão do Whatsapp”; A imagem, quando aberta, revela um conteúdo inapropriado.

Logo que a sede, nos Estados Unidos, soube da fantasia – o problema começou. Segundo a Canaltech, a empresa teria achado inadmissível e inapropriada a fantasia, especialmente por o funcionário ter supostamente satirizado a imagem de um homem negro, perpetuando estereótipos de raça. Na terra de Tio Sam, o chamado “Blackface” (a prática inicialmente teatral em que atores brancos se pintavam com carvão para representar personagens afro-americanos) é absolutamente mal vista. Portanto, juntando os dois temas, a Salesforce entendeu que o erro foi gravíssimo.

Inicialmente solicitou-se o desligamento do próprio funcionário. Como seu diretor e até o presidente da sede Brasil intervieram, tentando explicar que tudo não passou de uma brincadeira, acabaram sofrendo as conseqüências também.

Salesforce exagerou?

Pensando em contexto Brasil, o país dos memes (se isso contasse algo, seguramente seríamos a maior potencia mundial atualmente), isso não seria considerado grave. Pensemos: Era um concurso de fantasias, o rapaz apenas reproduziu o meme que, sim, é inapropriado (especialmente por conta da Blackface, que também é muito mal vista aqui no país também).

Pensando em contexto corporativo, sim, a fantasia também foi exagerada, afinal. Lembremos que mesmo que seja a “festa da firma”, existe toda uma postura que se deve seguir (afinal, na segunda-feira todo mundo vai estar ali olhando para a sua cara, convenhamos).

Pensando no contexto digital, é imprescindível pensar antes de dar upload em qualquer coisa na internet. Seja foto, vídeo ou qualquer quote em seu feed. Ainda que os nossos perfis sejam NOSSOS, em teoria, o conteúdo vira virtual. Ou seja, não é mais seu. É do mundo. E isso pode sim, de fato, atrapalhar a sua carreira, as suas relações interpessoais, o seu meio e rotina. Uma pessoa que não conhece o meme, por exemplo, poderia ficar constrangida com a imagem e se sentir ofendida.

Mesmo que não concorde, as redes sociais são, atualmente, uma extensão do nosso currículo. As empresas procuram entender como se comportam, normalmente, as pessoas em seu dia a dia para verificar se aqueles perfis batem com os preceitos da empresa.

É justo? Realmente não sabemos te dizer. Afinal, quando se vive mais no mundo virtual do que o real, tudo fica em jogo. É aquela velha brincadeira de dizer “isso é muito Black Mirror”. E é, mesmo. É preciso saber usar a tecnologia que, de fato, é maravilhosa. Sabendo usar para o bem, não tem erro.

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Andressa NascimentoDemissões na Salesforce e a reflexão sobre o que é publicado na internet

Internet das coisas: mais presente do que imaginamos

on outubro 6, 2017 Comentários desativados em Internet das coisas: mais presente do que imaginamos

Ainda que muitas pessoas ainda não entendam como os objetos conectados podem chegar e impactar a nossa rotina, a internet das coisas se mostra cada vez mais presente. Especialmente no mercado. Segundo uma notícia publicada pelo Canaltech, um levantamento realizado pela Marsh revelou que a tecnologia é a segunda mais utilizada em pelo menos 48% das empresas.

Internet das Coisas movimentando a economia

Ainda de acordo com a notícia, a Internet das Coisas deve movimentar pelo menos US$132 bi (aproximadamente R$462 bi) na economia brasileira até o ano de 2025. As informações são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com esta informação, já entendemos que o mercado e sua prestação de serviços deve mudar cada vez mais nos próximos anos. A internet vem para abrir novos campos e setores dentro das empresas, assim como para criar novas profissões e gerar mais aberturas no mercado.

Outras tecnologias no mercado

Outras tecnologias estão surgindo neste momento, como a Telemática, sensores, drones, impressão 3D, robótica e afins. Elas, que também já estão presentes em boa parte das empresas entrevistadas, provavelmente chegarão juntas com a Internet das Coisas para automatizar ainda mais os processos dentro das indústrias. É como sempre comentamos: É preciso correr e se adaptar às mudanças para não perder o seu espaço no mercado. De novo: camarão que dorme, a onda leva.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoInternet das coisas: mais presente do que imaginamos

O 5G está mais próximo do que você imagina

on setembro 18, 2017 Comentários desativados em O 5G está mais próximo do que você imagina

Ninguém se imagina, hoje em dia sem internet. Sejamos sinceros. Qualquer lapso, segundo, qualquer pensamento já nos voltamos imediatamente para o bom e velho Google ou para as redes sociais para as buscas. E dizemos mais: Atualmente, poucas pessoas se imaginam sem dispositivos móveis conectados. Se pensarmos, pouco tempo atrás ainda escutávamos o som do computador acessando à internet discada. Hoje em dia, já temos uma velocidade impressionante para um celular com o tal 4G. Acontece que, muito em breve, teremos mais evolução: O 5G está próximo!

Segundo o G1, os primeiros smartphones com conexão 5G estarão disponíveis no mercado a partir de 2019 pelo menos na Ásia e nos Estados Unidos – um ano antes das previsões.

5G e o aumento da demanda de internet

De acordo com a notícia, o aumento das demandas de consumidores está basicamente forçando o mercado a se antecipar – o prazo para a mudança era previsto, anteriormente, para 2020.

O que acontece é que com a rápida evolução tecnológica fica difícil se basear em previsões, porque elas podem mudar a cada minuto. Afinal, estamos em constante mudança em uma era de revolução digital, então nosso comportamento com relação à tecnologia também está mudando. Estamos cada vez mais conectados e dependentes de internet e smartphones, tablets e notebooks. Estamos cada vez mais livres e acumulando tarefas em um único device.

Muito provavelmente, quando o 5G chegar em nossas mãos já estaremos sedentos por 7G, 8G. Rapidez, fluidez, tudo isso será cada vez mais cobrado. Os dispositivos já serão outros, as aplicações também.

O mais importante, neste momento, é ficarmos preparados. É seguir com a evolução para aproveitar as melhores oportunidades.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoO 5G está mais próximo do que você imagina

O 5G chegou e o mundo móvel ficou ainda mais forte

on setembro 4, 2017 Comentários desativados em O 5G chegou e o mundo móvel ficou ainda mais forte

Que as pessoas já utilizam mais o celular do que computadores e afins para acessar a internet, isso já sabemos. Especialmente para acesso de e-mails, redes sociais, whatsapp e afins. Por este motivo, a nossa internet móvel (que, se comparada ao mundo, não é das melhores) precisa ser fortalecida e se solidificar. Ainda que estejamos em passos de tartaruga, parece que um dia chegaremos lá, afinal na manhã da última quinta-feira (31), o primeiro transmissor e receptor 5G com tecnologia totalmente brasileira foi finalmente instalado.

Segundo o site Convergência Digital, “o equipamento foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Telecomunicações, de Minas Gerais, e promete velocidades altas, latência baixa e alcance longo, para ‘levar internet a qualquer lugar’.”

5G em todo lugar do país

A idéia, em verdade, é que haja internet, de fato, em todo lugar do país, mesmo nas áreas mais remotas. Isso faz com que paremos para pensar que, de fato, os dispositivos móveis devem prevalecer os computadores ainda mais e que mais e mais pessoas ficarão conectadas por um período de tempo maior, a partir de agora.

Assim como falamos recentemente, quando mundo muda, tudo muda. A evolução da tecnologia só faz com que fiquemos cada vez mais conectados e ligados em tudo que acontece ao nosso redor.

Uma pesquisa realizada pela FGV em meados de março deste ano, por exemplo, afirmou que o Brasil terá um smarphone por habitante até o final de 2017. Isso nos faz refletir muito sobre a relação das pessoas com a tecnologia, com a conexão e com as mudanças.

 

 

 

 

 

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Dispositivos móveis, internet e a geração overshare

on agosto 29, 2017 Comentários desativados em Dispositivos móveis, internet e a geração overshare

A gente sabe o quanto é gostoso ganhar um like, receber comentários legais em fotos e posts e ficar popular nas redes sociais. Isso, no entanto, para algumas pessoas acaba sendo quase que um vício. Estamos oficialmente na geração overshare, em que tudo é compartilhado com os amigos virtuais: comida, relacionamento, crescimento dos filhos e afins.

Um exemplo doido de overshare é o que foi relatado recentemente pelo G1: Quatro prisioneiros que estavam na ilha de Bali, na Indonésia, fugiram e, desde então, postam fotos em suas redes sociais para provocar os policiais à sua busca. Um deles, inclusive, publicou ironias em seu Facebook, descrevendo a si mesmo como “gângster conquistador” e “faz 50 dias [que estou foragido], querem me dar uma rodada de aplausos?”. Veja mais informações sobre este caso aqui. 

Em um mundo normal, nenhum foragido daria indicações de onde estaria o que estaria fazendo. No entanto, no mundo virtual em que nossa vida é palco, tudo virou “compartilhável”.

Overshare e a falta de preparo para a vida adulta

Uma pesquisa publicada também pelo G1 revelou que jovens que nasceram depois de 1995, ou seja, que já vieram na geração da internet, dispositivos móveis e afins, estão menos propensos a trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool. Em miúdos: Estão menos preparados para a vida. Um livro, inclusive, publicado por Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade de San Diego, afirma que só nos Estados Unidos existem 11 milhões de jovens que se arriscam menos por se encontrarem em um ambiente “mais seguro”.

Os jovens da atualidade estariam pelo menos 6 horas diárias enviando mensagens, jogando jogos online, se comunicando através das redes sociais. O que é bom, porém pode afetar um pouco as habilidades sociais de cada um. Saiba mais sobre a “geração smartphone” aqui. 

O que pensamos sobre isso é o seguinte: Sabemos que a internet é algo extremamente novo e que veio para mudar as nossas vidas. No entanto, este é o momento e esta é a linha tênue entre: vamos ter sucesso com a tecnologia versus vamos dar muito errado e acabar no poço. É preciso ensinar as crianças e os adolescentes sobre o poder que a internet tem e como ela precisa ser otimizada para auxiliar, porém sem ficarmos totalmente dependente dela. Afinal, quem constrói coisas novas e quem muda o mundo, de verdade, é o homem, não é mesmo?

 

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Andressa NascimentoDispositivos móveis, internet e a geração overshare

Dark web: o subsolo da internet e seus riscos

on agosto 3, 2017 Comentários desativados em Dark web: o subsolo da internet e seus riscos

Você tem acesso a tudo que o Google oferece e já acha que não existe nada impossível de encontrar na web, certo? Pois muita gente ainda não sabe da existência da dark web, considerada uma área mais obscura da internet.

Só a ponta do iceberg

Ali, muitas controvérsias, páginas proibidas e que vai muito além da superfície do que se vê, como uma espécie de iceberg, onde apenas 10% fica sobre a água e os outros 90% debaixo dela. A dark web faz parte da deep web, que tem sites que não são indexados pelos mecanismos de busca. A dark web, entretanto, não é acessada por meios convencionais.

Para isso, são necessários programas de P2P (peer-to-peer), como as populares redes Tor, I2P e Freenet, por exemplo, que são operadas por indivíduos ou organizações públicas — diferentemente do Google, que é um serviço de uma empresa privada.

Anonimato, sempre

Na dark web, o anonimato é cartão de visita, com acesso a atividades ilegais como venda de drogas e armas de fogo, venda de dados roubados e outras coisas do tipo. Mas também há muita coisa interessante: foi justamente na dark web que Edward Snowden expôs informações confidenciais do governo dos Estados Unidos que acabaram rodando o mundo.

Cuidado com os riscos

Lá está o Hidden Wiki, diretório de sites mais conhecido da dark web, e cada acesso – caso o internauta decida se arriscar – merece atenção especial: como a rede ali não é censurada, existe de tudo um pouco. E, por isso, governos de todo o mundo conseguem monitorar o Tor para realizar investigações criminais e derrubar sites que oferecem atividades ilegais. Portanto, você é o único responsável pelo que fizer na dark web. Se você ficar tentado em comprar alguma coisa ilegal por lá, saiba que, a qualquer momento, você pode ser investigado.

Isso sem contar que malwares e vulnerabilidades de segurança ficam escondidos em sites, prontinhos para se manifestar com os mais desavisados. Portanto, se você for apenas um curioso se aventurando no universo da internet obscura, pode ser interessante criar uma máquina virtual para o acesso, ou, ainda, utilizar um computador diferente daquele que você usa em seu dia a dia.

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Andressa NascimentoDark web: o subsolo da internet e seus riscos