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O Cross-branding e as possibilidades no mundo digital

on março 22, 2018 Comentários desativados em O Cross-branding e as possibilidades no mundo digital

O que mais vemos, na atualidade, é grandes marcas fazendo parcerias para entregar um serviço mais completo para o consumidor esta é uma jogada de mestre, afinal as duas saem ganhando com a fidelidade do cliente. Isso é o que chamamos de Cross-branding.

Nesta semana, por exemplo, a Smiles e a Uber anunciaram uma parceria, em que o usuário compra créditos da companhia de mobilidade na plataforma do programa de milhas antes de usar o aplicativo e então contabilizar os pontos.

O sistema funciona normalmente como uma carteira virtual, tal qual como em créditos pré-pagos. A conversão será feita pela plataforma do Smiles. Cada real gasto em créditos da Uber se transforma em 3 milhas para usuários comuns e 4 milhas para os assinantes do Clube Smiles.. Isto, na verdade, não é novo: Recentemente a Cabify já realizou essa ação, porém em parceria com a Multiplus, outro programa de milhagem.

Saiba mais sobre esta parceria aqui. 

Em verdade, todos ganham com isso. Afinal, os clientes querem pagar menos e ter mais vantagens, é claro. E nesta corrida pela melhor fatia do mercado, vence quem consegue oferecer mais.

Cross-branding e a união da reputação

É claro que estamos falando, aqui, de quatro empresas com reputações já seladas no mercado. No entanto, é possível criar um cenário parecido com marcas pequenas.

Este pode ser o momento de alavancar a reputação da sua marca e fazer com que ela fique conhecida em âmbito digital. No entanto, não basta apenas fazer uma parceria. É preciso oferecer algo para o cliente, para que ele acredite que ser fiel às duas marcas pode ser bom para ele também.

Neste caso da Uber/Smiles e Cabify/Multiplus, o cliente soma pontos de milhagens, que podem se reverter em descontos de até 100% (caso ele tenha uma boa pontuação) em reservas de passagens aéreas, hotéis, locação de automóveis e afins. É o que a maioria das pessoas que mantém um programa de milhas, quer: descontos. Certo?

É preciso criar uma parceria interessante, com benefícios reais e fazer uma boa divulgação com marketing digital, incluindo redes sociais e e-mail marketing. Este é o gol de placa do momento e esta poderá ser a sua oportunidade de galgar seu espaço ao sol.

 

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Andressa NascimentoO Cross-branding e as possibilidades no mundo digital

Reconstrução de reputação: Difícil, mas não impossível

on novembro 14, 2017 Comentários desativados em Reconstrução de reputação: Difícil, mas não impossível

Desde o fim de 2016, a Uber vem passando por dificuldades e problemas com sua reputação, com polêmicas, acesso, assédios, e mais uma série de temas. Em meados de junho deste ano, inclusive, seu CEO, Travis Kalanick foi afastado depois de tantas polêmicas envolvendo a marca, que seguramente é uma das maiores do mundo quando se fala de mobilidade.

Desde então, a marca tem tentado reconstruir a sua reputação – especialmente a digital – já que muitos escândalos envolveram casos sérios, como assédios e seqüestros por parte dos motoristas.

Nesta semana, a empresa anunciou mais um recurso que, inicialmente, passará a funcionar apenas em São Francisco, nos Estados Unidos (mas esperamos que chegue em breve aqui no Brasil). Segundo o Canaltech, a Uber lançou o serviço Express POOL, que promete reduzir pelo menos 25% do valor das corridas compartilhadas, caso o passageiro esteja disposto a caminhar algumas quadras para encontrar o motorista.

De acordo com a matéria, a promessa da empresa é que corridas possam chegar ao custo de US$2 (aproximadamente R$7,5) dependendo da quantidade de usuários em uma corrida realizada. A idéia, segundo a nota, é que haja mais circulação de passageiros, ou seja, mais trabalho para os motoristas e menos custo para os usuários.

Caminhando até o motorista

Segundo a nota, o usuário deverá caminhar até um ponto fácil de chegar, chamado “smart spots”. No caso, em vez do motorista buscar cada usuário em seu local de origem, todos os passageiros se encontram no local.

Com a ação, a Uber pretende reduzir os preços e se mostra a favor do meio ambiente e seus efeitos sobre o trânsito.

Reputação em Construção

Depois de tantos escândalos, a empresa se mostra ativa para melhorar sua reputação no mercado. É difícil recuperar a imagem depois de polêmicas? É, mas não é impossível.

Em primeiro lugar, é preciso assumir o erro e se comprometer a melhorar em todas as esferas. No caso da Uber, até seu CEO foi afastado do cargo. Em segundo lugar, é preciso mostrar de verdade a mudança de postura da empresa, com novos recursos, facilidades para os clientes e preocupação com sustentabilidade e meio ambiente. Por último, é necessário entender que o investimento no marketing digital é imprescindível. Acompanhemos os próximos passos da Uber nessa reconstrução de marca.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoReconstrução de reputação: Difícil, mas não impossível

Tecnologia para a inclusão e a mudança de postura das empresas

on outubro 3, 2017 Comentários desativados em Tecnologia para a inclusão e a mudança de postura das empresas

Depois de uma enxurrada de problemas graves que quase custaram sua reputação, a Uber mostrou que ainda está viva e que tentará, a todo custo, reverter a situação. Nesta semana, a empresa de mobilidade lançou uma nova ferramenta em seu aplicativo que dá dicas básicas em Libras para facilitar a comunicação entre passageiros e motoristas que tenham algum problema de audição.

Segundo o Canaltech, a novidade ainda está disponível somente nos Estados Unidos, mas em breve deve chegar no mundo todo. Ainda de acordo com a publicação, no aplicativo poderemos ver como dizer frases básicas, como “olá”, “obrigado”, “boa tarde” etc.

Inclusão e a mudança de postura

A nova funcionalidade da Uber pode ser um ponto positivo, já que parte dos grandes problemas da empresa se voltava ao fato de que ela não se preocupava, de fato, com os motoristas e com os passageiros. Ainda que não divulgue números, a empresa possui muitos motoristas com algum tipo de deficiência em todo o mundo.

Com as novas ações, a empresa terá a oportunidade de retomar a sua reputação e tentar provar novamente seu compromisso com as pessoas. Afinal, é o que hoje os consumidores na internet cobram: representatividade.

As pessoas esperam que as empresas pensem em todos os nichos, tenham a delicadeza de ter abertura para todas as tribos, ou seja, que sejam democráticas.

Essa postura da própria população vai de encontro com o novo comportamento que vem sendo formado nas redes sociais, em que as pessoas percebem ter voz e brigam por direitos e melhores condições.

Fonte: Canaltech

 

 

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Andressa NascimentoTecnologia para a inclusão e a mudança de postura das empresas

Caso Uber: Um projeto sem planejamento pode afetar a sua reputação

on setembro 25, 2017 Comentários desativados em Caso Uber: Um projeto sem planejamento pode afetar a sua reputação

Há um bom tempo ouvimos falar de uma crise constante na Uber, que começa em brigas com taxistas e termina em abusos sexuais e violação de leis. Em verdade, todo o problema que a gigante da mobilidade tem enfrentado pode ter um nome: falta de planejamento.

Claro, a Uber foi a primeira a chegar no mercado, se fortalecer, dar a cara a tapa. Mas parou por ali e não continuou a manutenção. É lógico e matemático – mesmo para quem é da área de humanas – o fato que é preciso se preocupar sempre com o seu projeto para que ele não morra.

Recentemente comentamos sobre os motivos de o Facebook ficar cada vez mais forte todos os dias e ter as principais redes sociais do mercado em sua aba. Mark Zuckerberg simplesmente acorda todos os dias pensando em coisas que pode fazer para diferenciar a sua ferramenta, porque ele sabe que a todo momento tem alguém pensando destruir o seu império.

As marcas deveriam ter a mesma lógica, no entanto, não possuem. Muitas vezes não fazem uma projeção real de crescimento e das necessidades de cada etapa de uma empresa. Foi o que aconteceu com a Uber.

Uber proibida no Reino Unido

Na última semana, o governo britânico anunciou que não renovaria a licença da Uber para continuar a operação devido a empresa não se enquadrar nas leis locais. Nesta segunda-feira (25), o CEO da empresa, Dara Khosrowshahi pediu desculpas ao povo londrino e se comprometeu a promover mudanças para reverter o banimento da operação no país.

O problema, em verdade, é o que acontece no mundo todo. No início das operações, a empresa viralizou, porque apresentava um serviço muito superior ao que já era prestados pelos taxistas regulares. Logo na abertura da empresa, cada motorista era devidamente entrevistado, passava por exames e vistoria de carros e, só então, poderiam começar a dirigir.

No entanto, a empresa cresceu mais do que o esperado e atualmente a Uber não consegue fazer o controle dos motoristas. E, em verdade, nem quer. Afinal, não pretendem manter vínculos trabalhistas com os motoristas. O que aconteceu, depois da viralização, é que o serviço ficou precário e qualquer motorista passou a poder dirigir em nome da empresa sem sequer ter seus antecedentes checados.

Acusações e assédio nas viagens da Uber

Como as pessoas já entenderam que possuem voz – e uma voz forte – nas redes sociais, as acusações de assédio e maus tratos começaram a surgir. Após o anúncio da Uber de começar a aceitar dinheiro físico, ou seja, de os passageiros não precisarem utilizar cartão de crédito para o pagamento das corridas, o serviço ficou ainda pior; Há relatos de assaltos e até mesmo de sequestros de passageiros.

Reputação

Os tantos problemas que a empresa passou a enfrentar por ter tido um planejamento falho para o seu crescimento custou a reputação da Uber. Hoje em dia, com outros concorrentes, a empresa perdeu muitos clientes e continua tendo que reverter a sua imagem perante as pessoas nas redes sociais.

O que aprendemos com o caso da Uber é o seguinte: A partir do momento que entramos na internet, viramos parte do mundo digital. É preciso se adaptar a ele e se preocupar com cada passo, porque a viralização da sua reputação é maior. Quanto mais planejamento e planos B, C, D, E tivermos, menor vai ser o nosso risco. E menos problemas teremos.

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É preciso ser digital para apresentar o seu negócio de maneira digital

on setembro 14, 2017 Comentários desativados em É preciso ser digital para apresentar o seu negócio de maneira digital

Já escrevemos uma série de textos aqui no blog falando – e tentando te convencer – de que se a sua empresa não estiver na internet e nas redes sociais, ele praticamente não existe. No entanto, ainda não abordamos um tema muito importante: É preciso que você, dono do negócio, dê a sua cara para bater e apareça sim no ambiente digital. Não se engane: As pessoas pesquisam sobre a vida dos criadores das companhias e querem saber se os fundadores possuem os mesmos ideais, para se manterem fiéis à marca.

Boicote digital: Caso Uber x Trump

Tempos atrás comentamos sobre um caso muito polêmico que aconteceu nas redes sociais – mais especificamente no Twitter. Na ocasião, o presidente-executivo da Uber se posicionou a favor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na época candidato a presidência do país. Muitos internautas passaram a enviar tweets a respeito do assunto e promover a hashtag #BoycottUber por conta disso.

Em outra situação, o fundador e ex-CEO do Skype também foi hostilizado por ter anunciado financiamento para a campanha de Trump.

Seja digital, seja coerente

O que queremos dizer com essas duas histórias? Que é imprescindível estar na internet para que as pessoas vejam que você é real. No entanto, é importante se manter firme, porém evitar polêmicas e atos que podem custar a reputação do seu negócio. Entenda algo: Você, fundador, é a cara da sua empresa. E as pessoas vão cobrar isso de você se for incoerente com o que prega em sua marca.

Levante as bandeiras que o seu negócio for levantar. Mostre que você é a sua marca e a sua marca é você. Humanize a sua empresa e a torne real para as pessoas. É preciso mostrar verdade, é preciso acompanhar a evolução da internet. É preciso estar ali.

 

 

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Sucesso dos aplicativos com programas de fidelidade e descontos

on maio 9, 2017 Comentários desativados em Sucesso dos aplicativos com programas de fidelidade e descontos

Estamos vivendo em uma era totalmente virtual-social. As pessoas fazem questão de compartilhar tudo: Fotos, vídeos, impressões, dicas, descontos, caronas. É a época da imersão na internet e no que ela pode nos proporcionar beneficamente, ou seja, na aposta em programas de fidelidade e descontos.

Atualmente, os programas de desconto e compartilhamento têm feito muito sucesso entre os usuários de smartphones e tablets, especialmente os que possuem programas de fidelidade com descontos, assinaturas e afins.

Programas de Fidelidade e Descontos

Um exemplo mencionado pelo Canaltech, por exemplo, é o programa de fidelidade da Uber, que oferecerá aos clientes recompensas em estabelecimentos parceiros da marca. De acordo com a publicação, sempre que o usuário comprar nesses locais e pagar com cartão de crédito de uma bandeira específica (que ainda não foi revelada), obterá créditos para novas corridas pelo aplicativo. O projeto não está fechado e ainda passa por testes, porém é possível que ele seja vigorado em breve.

Outros concorrentes, como 99 Taxis e Cabify, apostam em descontos para tentar atrair o consumidor.

O que o público quer

A boa verdade é: as pessoas gostam de facilidades, descontos, serviço bom e interessante / inovador. Quanto mais isso for aplicado pelas empresas, mais as marcas vão sendo difundidas em nosso atual boca a boca 3.0 – as redes sociais, como dissemos no último texto.

Fonte: Canaltech

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Ouvir o consumidor é sempre o melhor negócio

on março 24, 2017 Comentários desativados em Ouvir o consumidor é sempre o melhor negócio

Nesta sexta-feira (24) a notícia rodou em todos os portais jornalísticos foi que a Uber organizou reunião extraordinária para se defender das acusações de sexismo, assédio moral, estupro e afins.

O drama da Uber reflete bem o que sempre comentamos sobre os consumidores terem voz e quererem se expressar. Se pensarmos no final da década de 90, começo da década 2000, em que a internet era bem escassa e não havia redes sociais, as mulheres assediadas dentro deste tipo de serviço iam continuar caladas. Afinal, sabe-se bem que até hoje não há uma proteção efetiva para as mulheres nas delegacias de polícia e que não adiantava pedir ajuda.

Só que hoje em dia a coisa mudou de figura e as pessoas – especialmente as minorias – estão se unindo mais contra todo e qualquer tipo de preconceito, assédio, racismo, qualquer coisa que diminua o próximo. E, na teoria, as empresas deveriam acompanhar o raciocínio, afinal de contas, 1) empresas são feitas de pessoas, 2) pessoas se juntam para defender o próximo = viralização.

Gente, isso já é basicamente uma fórmula. É clássico. Por isso sempre comentamos que é imprescindível ouvir o seu seguidor, o seu cliente. Ouvir o que ele tem a dizer. Se colocar no lugar dele. Por muito tempo as empresas não fizeram isso porque simplesmente sabiam que demoraria para o assunto vir à tona e não se importavam realmente com as necessidades do consumidor. Hoje a coisa mudou de figura.

Somente depois de muitos usuários relatarem, por exemplo, o mau atendimento na Uber, o assunto passou a ser discutido internamente e comentado externamente. Precisou gerar uma crise na empresa para que isso fosse discutido.

Percebem como o trabalho de redes sociais, hoje em dia, é extremamente importante como SAC e como relacionamento com os fãs da sua marca? É o seu nome que está em jogo, o seu patrimônio. É muito melhor conter a crise logo no início do que esperar estourar. Afinal, todas as empresas passam eventualmente por algum tipo de problema ou reclamação. Mas é importante usar este canal especialmente para entender as necessidades de quem troca a sua concorrência por você.

É importante assumir que errou

Estamos em uma época em que existem mais pedras na mão do que com amor para dar nas redes sociais. Isso é muito verdade. Já vimos muitas crises se tornarem maiores ainda por conta da postura errada que a empresa resolveu tomar na hora de contornar um problema, como foi o famigerado caso do Quitandinha, bar da Vila Madalena, zona sul de São Paulo, que chegou a fechar as portas durante um tempo depois de um boicote gigantesco que aconteceu após um incidente com consumidores.

No caso da Uber, por exemplo, era possível ter se manifestado antes. Era preciso. Em nota divulgada referente à reunião extraordinária para resolver os problemas, Arianna Huffington, membro do conselho da empresa, considerou que os casos de assédio relatados por passageiras são Uber são “problemas culturais” e que estão trabalhando nas medidas para “consertar o que há de errado”. Vamos ao ponto: Não se pode culpar a cultura do local pelo seu serviço ter falhado. Quando se apresenta no mercado, é preciso trazer as soluções e não os problemas. É preciso fazer um mapeamento de onde será a operação, entender as necessidades e, só assim, abrir o serviço ao público final.

São essas coisas que podem gerar mais crises em uma empresa. Porque hoje em dia não se fala mais somente com os jornalistas, você fala com o seu cliente. Diretamente. E ele vai sempre entender pelo lado errado, por mais que você tente explicar. Porque, em verdade, em casos como este da Uber, por exemplo, não existe uma explicação. Foi sim uma falha de sistema e a empresa tem que corrigir, simplesmente. Tentar justificar o que é injustificável é o que piora as relações com o público e o que, muitas vezes, faz com que os seus consumidores fiéis simplesmente voltem para a concorrência.

É preciso ouvir, entender e atender. É para isso que as empresas trabalham hoje em dia e, com as redes sociais, é imprescindível realmente aplicar isso diariamente.

 

 

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Waze terá funcionalidade de compartilhamento de caronas

on março 22, 2017 Comentários desativados em Waze terá funcionalidade de compartilhamento de caronas

Estamos na era do compartilhamento, seja ele de conteúdo nas redes sociais ou com situações na vida real. Depois do Uber ter inovado o sistema de “caronas” pagas com o UberPool, agora o Waze também resolveu tentar uma fatia do mercado e deve vir com o seu Carpool em breve. Segundo o Canaltech, que divulgou a nota, o sistema é muito parecido com o do Uber: os motoristas cobram dos passageiros um valor necessário para dividir o combustível e manutenção do veículo.

O sistema ainda não tem data de lançamento oficial, mas sabemos que neste ano ainda veremos a novidade. O sistema de pagamentos também não foi revelado e a especulação é que seja em sistema de cartões, paypal etc.

Assim como comentamos recentemente, quando o Facebook anunciou a funcionalidade “Stories” para o Messenger, entendemos que “quando vemos um time ganhando, copiamos a fórmula”.

Claro que a novidade vai ser benéfica para a população, que vai ter mais uma opção para se locomover na cidade pagando menos. Porém, para o mundo da tecnologia, podemos dizer que é “nada de novo”. Afinal, o Uber já usa o próprio sistema do Waze para traçar as rotas das corridas, certo?

Quais serão os próximos lançamentos na área de tecnologia? 🙂

Fonte: Canaltech – https://canaltech.com.br/noticia/apps/waze-anuncia-sistema-de-compartilhamento-de-caronas-no-brasil-91004/

 

 

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Quando um posicionamento nas redes sociais vale uma reputação

on janeiro 30, 2017 Comentários desativados em Quando um posicionamento nas redes sociais vale uma reputação

Já comentamos aqui algumas vezes, porém é importante frisar a importância de saber qual briga comprar e qual não comprar nas redes sociais, especialmente se o posicionamento vem de uma marca ou de um porta-voz dela.

No último fim de semana a Uber passou a sofrer uma onda de boicote nos Estados Unidos após o presidente-executivo da empresa apoiar publicamente o presidente do país, Donald Trump, em meio a protestos contra o bloqueio da entrada de imigrantes de sete países nas terras de Tio Sam.

Hashtags como #DeleteUber e #BoycottUber se espalharam pelo Twitter e pelo Facebook, o que gerou uma crise importante para a empresa, já que até os taxistas se manifestaram a favor dos protestos e contra o governo, na ocasião.

A crise aconteceu no último sábado e apenas hoje a Uber se manifestou afirmando:

“Lamentamos qualquer confusão sobre o tweet postado pela Uber durante o final de semana – não houve a intenção de interromper qualquer greve. Queríamos que as pessoas soubessem que poderiam pedir um Uber a preços normais para chegar e sair do aeroporto JFK, em Nova Iorque, especialmente no sábado à noite.” (Informações do G1).

O que entendemos com esta crise: Nem pequenas e nem grandes empresas escapam de boicotes, e especialmente estes, quando acontecem nas redes sociais, são disseminados com tanta rapidez, que a cada minuto fica mais difícil conter a fúria do cliente final.

É importante, como dissemos no primeiro parágrafo, entender quais brigas comprar e quais se manter distante. Posicionamentos políticos normalmente afetam negativamente a imagem da empresa, porque sempre vai ter público dos dois lados da moeda.

Fonte: G1 – http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/uber-sofre-boicote-nas-redes-sociais-por-defender-relacao-com-trump.ghtml

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