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Seus dados não são apenas seus

on abril 30, 2018 Comentários desativados em Seus dados não são apenas seus

Não que isso seja uma surpresa, mas tivemos mais um escândalo de segurança nesta semana. O Twitter confirmou que também vendeu dados dos usuários para a Cambridge Analytica, assim como o Facebook.

Segundo o Canaltech, a GSR, mediadora entre o Twitter e Cambridge Analytica teria pagado por um dia de acesso à base de dados da rede de microblogging para coletar amostra de tweets públicos entre dezembro de 2014 e abril de 2015.

Ainda segundo a matéria, os dados teriam sido utilizados para criação de relatórios de marcas e pesquisas de ferramentas de extensão.

Dados para que te quero

A verdade então, meus amigos, é única: Nossos dados não são mais nossos. Porque é um ciclo: Se eu não tenho qualquer rede social ou não acesso à internet, não vivo para este mundo. Se eu tenho, necessito compartilhar as minhas informações. Não há uma boa escapatória.

Claro que antigamente já existia uma coleta de dados de maneira indireta quando ainda não existia a internet. Eram pesquisas públicas, dados de compra em lojas físicas e tudo mais. A internet apenas facilitou o caminho. No entanto, atualmente é possível saber muito mais do que apenas informações simples de compras de consumidores.

Atualmente é possível saber o posicionamento político, as vontades íntimas, exatamente o pensar de cada indivíduo. É a famosa inteligência artificial. Aquela, que víamos antigamente nos filmes e achávamos que não nos afetaria. Pois sim, ela já nos atinge há algum tempo e somente agora nos demos conta.

Pontos negativos

É claro que pesquisadoras como Cambridge Analytica não vão utilizar os seus dados para comprar, sei lá, um sofá em seu nome. Porém, o buraco é mais embaixo. Se lembram do escândalo da eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos, em que rumores apontavam que os eleitores foram influenciados através das redes sociais?

Bingo.

Com os dados, preferências, pesquisas íntimas de cada usuário, é possível simplesmente influenciar – para o bem e para o mal o grande público. Já temos provas de que com as redes sociais é possível levantar ou destruir uma marca.

Quem não se lembra do caso Quitandinha, em que a repercussão negativa fez com que o bar, localizado no coração da Vila Madalena, fechasse por alguns dias por conta de tantos protestos em sua porta.

É preciso ficar atento com tudo que é publicado. É importante sempre apurar a informação, observar as fontes das notícias e tomar sua decisão. Nunca acreditar apenas em um post, especialmente se a informação for levemente tendenciosa.

Estamos na era do bombardeio de informação. Portanto, é o momento de peneirar o que é válido e o que não é.

Fonte: Canaltech 

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Andressa NascimentoSeus dados não são apenas seus

Caso Facebook: Dados para que te quero

on abril 18, 2018 Comentários desativados em Caso Facebook: Dados para que te quero

Um tempo atrás, ao conversar com marcas que ainda não possuíam páginas nas redes sociais, escutava-se muito a máxima do: “Eu tenho medo do que vão falar de mim e do meu negócio”. Essa era a preocupação naquele momento. Corta para a cena e estamos em 2018, em que se você não participa de qualquer rede social, meu amigo, você simplesmente não existe.

Quem nunca ouviu falar de uma empresa e deu aquela “Googlada” rápida para saber seus precedentes? Ou, ainda, em caso do mercado de produtos e serviços, quem nunca acessou o “Reclame Aqui” para saber a reputação da marca em questão?

Hoje em dia, temos tudo na internet. “Você só não está na internet, meu amigo, se tem algo a esconder”.

Do Facebook nada é escondido

Pois é. Sinto lhe informar, mas mesmo que não tenha rede social, a internet tem os seus dados. Especialmente e mesmo que você apenas acesse a web vezenquando, para ler aquela noticiazinha que muitos comentam.

O fato é que Mark Zuckerberg assumiu que o Facebook coleta dados de internautas mesmo que eles não sejam membros da rede social. Isso vale, também, para Twitter, LinkedIn, Snapchat e todas as redes sociais que possuam botões de compartilhar.

Segundo o G1, existe uma coleta de dados mesmo fora de suas plataformas quando o internauta acessa um serviço que é cliente de anunciantes das redes sociais (como o FaceAds, TwitterAds, LinkedIn Ads, etc).

Além disso, dados também são coletados quando o usuário curte ou compartilha algo em algum site externo, ou quando usa sua conta na rede social para se cadastrar em algum aplicativo. Saiba mais sobre o caso aqui. 

Se está na internet, está no mundo

O fato, meus amigos, é que não temos como nos esconder da coleta de informações. É preciso, é claro, tomar uma série de cuidados para não ser vítima de nenhum ataque virtual, como já comentamos aqui algumas vezes. 

No entanto, é aquela velha história: Uma vez na internet, para sempre na internet. Qualquer dado colocado ali permanecerá para sempre.

Então, como dissemos no nosso texto de ontem, pense bem nas informações que você compartilhará, para que isso não se volte contra você em algum momento.

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Andressa NascimentoCaso Facebook: Dados para que te quero

Você usa a social media a seu favor?

on abril 17, 2018 Comentários desativados em Você usa a social media a seu favor?

Anos atrás, nos primórdios da utilização da social media, o público ainda descobria como se comunicar através destas ferramentas instantâneas conectadas à internet. Era um mundo maravilhoso, em que Twitter, Facebook eram tidos como um belo diário aberto à conversas com desconhecidos.

Não que atualmente o cenário seja diferente, mas o mercado fez com que muitas coisas nessa comunicação mudassem.

Em meados de 2010, 2011, a rede social mais forte no Brasil ainda era o Twitter. Naquela época, os usuários utilizavam a rede de microblogging para fazer vários comentários, em 140 caracteres, sobre os assuntos do dia. Posteriormente, com a queda do Orkut, o Facebook passou a tomar força e as pessoas começaram a migrar, mantendo as duas redes como principais durante o seu dia a dia.

Acontece que naquela época, as empresas ainda não tinham a dimensão do alcance que uma rede social poderia ter. As primeiras empresas a adentrarem às redes como comunidades, ou as famosas “fan pages”, abocanharam a melhor fatia do bolo, já que pessoas foram vendo aos poucos que estas estavam mais acessíveis.

O outro lado da social media

Com o tempo, as empresas começaram a entender que as redes sociais também podem ser interessantes para conferir o perfil do seu público para, assim, criar publicações mais assertivas. Depois disso, abriu-se uma oportunidade de analisar inclusive os possíveis candidatos a trabalho.

Atualmente é muito comum os recrutadores e head hunters verificarem os perfis pessoais dos candidatos a emprego. São avaliados o temperamento, posicionamento político, quantidade de publicações realizadas diariamente, qualidade destes posts. A empresa quer garantir que aquele indivíduo é perfeito para o cargo oferecido.

Por isso, é importante pensar em como nos apresentamos ao mundo em nossas redes sociais. Se queríamos que elas fossem um diário aberto, definitivamente elas viraram e qualquer um pode acessar e conferir o que quiser.

Não se trata apenas da roupa que você veste na sua foto do perfil (apesar de isso contar bastante, muitas vezes). Se trata da sua postura como ser humano naquele espaço. A empresa poderá concluir, baseado no que você diz, o seu tipo de temperamento.

Inteligência Artificial para match entre empresa e candidato

Empresas recrutadoras, além de confrontarem os dados enviados pelos usuários com o perfil de funcionário, recomendam oportunidades condizentes com o perfil do candidato, com base no que ele informa ao sistema.

Para isto, estão usando inteligência artificial. Segundo o G1, a 99Jobs é uma que usa do artifício para sugerir vagas para candidatos que tenham o perfil procurado e aderência cultural com a empresa que vai contratar. Saiba mais sobre esse tema neste link. 

O LinkedIn também utiliza deste artifício. Se você já pesquisou vagas através da plataforma, poderá ver que ela te sugere algumas oportunidades baseadas nas suas informações.

Social Media ao seu favor

O que queremos dizer com tudo isso? Que o Facebook não serve apenas para você colocar a foto do crush ou fazer testes para saber qual Spice Girl você é (inclusive já falamos muito a respeito dessas situações de falha de segurança). Esta é a sua nova janela para o mundo. Se quiser uma fatia deste grande bolo do mercado, utilize a plataforma a seu favor. Pense em todas as publicações, fotos e afins divulgadas. Porque uma vez na internet, meu amigo. Para sempre na internet.

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Andressa NascimentoVocê usa a social media a seu favor?

Uso de dados e os internautas que valem ouro

on abril 13, 2018 Comentários desativados em Uso de dados e os internautas que valem ouro

Falamos, durante toda a semana, sobre o escândalo do Facebook e como as redes sociais podem coletar dados do usuário sem que ele perceba. Pois bem, depois de dias em julgamento com horas a fio no tribunal, Mark Zuckerberg apenas relatou o que já desconfiávamos-barra-sabíamos-barra-evitávamos-falar-sobre.

As gigantes da internet, como Facebook e Google, utilizam sim dados dos seus usuários de acordo com cada público específico para lucrar – e muito – sem que o internauta receba nada por isso.

Segundo nota do G1, 86% dos US$ 110,8 bilhões faturados pelo Google vêm da publicidade; 86,6% dos US$ 2,4 bilhões faturados pelo Twitter vêm da publicidade; e 98% dos US$ 40,6 bilhões faturados pelo Facebook vêm da publicidade.

O que isso significa? Aquilo que comentamos quando falamos do seqüestro de contas do YouTube: Nós somos conteúdo e conteúdo é dinheiro.

Aceite do uso de dados

Logo que criamos uma conta no Facebook ou no Google, por exemplo, sempre temos que dar um aceite nos termos de utilização. Sim, este que absolutamente ninguém lê e que indica que nós estamos sim autorizando o uso dos nossos dados para pesquisa.

O público, que tem uma vontade quase que incontrolável de fazer parte do que dita a moda e a sociedade, sempre acaba autorizando essa coleta. É como se estivéssemos vendendo os nossos dados para que pudéssemos ter acesso a rede social.

Como vimos na nota do G1,

“Os lucros são baseados nas informações dos usuários, mas eles não recebem nada disso em troca”.

Ou seja: nós somos a galinha dos ovos de ouro.

Ainda de acordo com a matéria, o principal problema não é o uso dos dados em si, mas a falta de transparência sobre como isso é feito.

O outro lado da moeda

As gigantes da tecnologia se defendem com este tipo de coleta de dados, afirmando que a ação serve para melhorar os serviços que oferecem. Por exemplo: Se não tivéssemos os famosos algoritmos, receberíamos muitas propagandas de produtos os quais não temos interesse, o que poderia fazer com que o usuário se frustrasse e deixasse de usar as plataformas.

Uma mulher solteira, por exemplo, que não pensa em ter filhos, ficaria irritada de só receber conteúdo voltado para crianças. Ela ficaria brava com a rede social e com a marca, isso geraria uma rejeição para as duas empresas.

Então entendemos que, de certa forma, a publicidade direcionada é, sim, interessante para o usuário, porque encurta o caminho dele na busca por produtos e o blinda de receber conteúdo indesejado.

O problema, então, é apenas um: A comunicação. As empresas falam pouco sobre o uso de dados dos usuários de internet enquanto estes últimos fazem vista grossa para este ato, afinal recebem um serviço interessante.

Vejamos e acompanhemos os próximos passos após estes escândalos da internet.

Fonte: G1 

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Andressa NascimentoUso de dados e os internautas que valem ouro

Como o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

on abril 9, 2018 Comentários desativados em Como o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

Se você não esteve em um buraco nas últimas semanas, deve ter ouvido falar que houve um escândalo envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica. Aparentemente os dados de pelo menos 50 milhões de usuários foram utilizados sem o consentimento através de um teste psicológico que está circulando na rede social. Segundo o G1, a empresa coletava também os dados dos amigos dos usuários, também.

Depois deste escândalo e da pressão dos governos pela transparência de informações no que diz respeito ao vazamento de dados, o Facebook decidiu endurecer a sua política de dados aparentemente de suas outras redes sociais, como o Instagram e o Messenger.

O trabalho com redes sociais versus o Facebook

Há pelo menos uns bons anos, veículos e marcas utilizam das redes sociais para promover seu negócio e dissipar informações. Com isso, foram criadas várias ferramentas de monitoramento, automação, criação e geração de relatórios. Estas facilitavam e permitiam geração de benchmark mais poderoso e cheio de informações.

Com o escândalo do Facebook, as empresas de redes sociais podem encontrar um problema sério pela frente, afinal muitos recursos fundamentais foram encerrados.

Estevão Soares fez um texto muito interessante no seu blog com uma pesquisa completa sobre o que pode afetar, de fato, o seu negócio. Você pode conferir aqui. 

Segundo o texto dele, pelo menos para o Instagram foram encerradas as seguintes funcionalidades:

“- Os fluxos de informação de Grupos, eventos e buscas de página não irão mais exibir informações de usuários identificáveis como: usuário e foto do perfil.

– Algumas ferramentas poderiam fazer buscas para atrelar o perfil ao resultado da buscas e assim categorizar o comportamento daquele público.

– Impossibilidade de acompanhar o fluxo de Páginas que você não tem o acesso apropriado.

– Anteriormente, era possível monitorar os comentários de concorrentes em tempo real por exemplo.

– Restrição nas informações de Eventos e Grupos.

– Anteriormente, era possível extrair a lista de convidados de cada evento e também ler o conteúdo de posts na timeline de eventos. Com esta atualização, isso deixa de ser possível.

– Não será possível trocar mensagens privadas utilizando os aplicativos de terceiros (aparentemente isso só é válido para novas páginas, as antigas, já conectadas nas ferramentas, estarão ok.). Isso impacta diretamente o fluxo de atendimento de ferramentas de Gestão onde tickets são categorizados e repassados para outros atendentes por exemplo.

– Mencionar Páginas e Usuários não será mais permitido.

– Não será mais possível taguear um conteúdo referente a Branded Content”.

Com estas mudanças e o fim das ferramentas de automação, é possível que muitas marcas sintam seu engajamento e número de curtidas cair drasticamente.

O que podemos pensar a respeito?

Ainda é cedo para pensar como as agências de mídias sociais devem agir. Afinal de contas, o escândalo ainda está rolando e fica difícil saber qual vai ser o posicionamento final do Facebook com relação à sua API.

O que podemos sugerir, para este momento, é: Mantenham-se sempre com as ferramentas oficiais da marca e tenham paciência. Os resultados orgânicos demoram bem mais a aparecer, mas aparecem.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoComo o escândalo do Facebook pode afetar a sua vida

Escândalo do Facebook e o prejuízo para os usuários e as marcas

on março 26, 2018 Comentários desativados em Escândalo do Facebook e o prejuízo para os usuários e as marcas

Na última semana, o Facebook foi envolvido em um escândalo após relatos de que a rede social de Mark Zuckerberg tem coletado por muitos anos o histórico de chamadas telefônicas e de SMS dos celulares dos usuários que possuem o aplicativo instalado.

Segundo o G1, a rede social não continha só dados de histórico dos usuários, mas também metadados de mensagens enviadas e recebidas pelo celular, como nomes de contatos, números de telefones, duração de cada ligação, etc.

Lá nos primórdios da criação do Facebook, nós autorizamos a utilização de nossas informações. Muitos de vocês nem devem se lembrar disso, afinal naquela época não imaginávamos que, a este ponto, a tecnologia já teria evoluído tanto a ponto de a empresa saber exatamente tudo o que fazemos, pesquisamos, pensamos e afins.

A própria empresa afirma que essa coleta de dados é autorizada por cada usuário que cria a sua conta no Facebook. O problema maior foi que, neste escândalo, ficou subentendido que a companhia de Zuckerberg estaria vendendo estes históricos dos usuários.

O Facebook, até então, se defendeu comentando que cada usuário tem o controle de suas informações.

Nós sabemos que isso não é verdade.

Algoritmos do Facebook

Há um bom tempo muitas pessoas têm relatado que o Facebook tem sugerido propagandas de produtos ou serviços que de fato foram falados, porém não pesquisados efetivamente em nenhum dispositivo. O que sugere que a rede social também possui acesso aos microfones dos smartphones, computadores e tablets e que guarda palavras-chave para otimizar o sistema de publicidade para o usuário.

Agora voltamos lá nos primórdios novamente: Quando você autorizou o uso de dados, imaginou que a coisa pudesse degringolar desta forma? Pelo menos a maioria das pessoas pensou que o que seria utilizado era apenas o que fosse postado efetivamente na rede social.

O que o Facebook faz chega a ser extremamente invasivo e perigoso. Afinal, o escândalo, que foi apontado pelo The New York Times e pelo The Guardian revelou justamente que dados dos usuários foram utilizados sem o consentimento pela Cambridge Analytica.

Esta polêmica gerou ainda mais dúvidas quanto à transparência da empresa e a efetiva proteção de dados do usuário da rede social.

Prejuízo

Ainda segundo o G1, a empresa chegou a perder pelo menos 9,15% em ações, o equivalente a pelo menos US$ 49 milhões (aproximadamente R$171,5 milhões) em valor de mercado.

Saiba mais sobre o caso aqui. 

Instabilidade entre consumidores e marcas

Este escândalo do Facebook não é prejudicial apenas para a empresa e seus usuários. É extremamente complicada para as marcas que trabalham diariamente seu conteúdo na rede social.

Afinal, a maioria das empresas também possui o aplicativo instalado em vários aplicativos e, quando trabalhadas em agencias, as marcas também são conectadas a ferramentas externas para melhorar o monitoramento.

É um problema gravíssimo de segurança de dados que pode gerar instabilidade econômica em boa parte do mundo; Afinal esta é uma brecha e tanto para que hackers coletem informações secretas de empresas e de usuários, podendo realizar seqüestros de dados e afins.

Vamos acompanhar este caso e prezar por nossas informações que são publicadas na internet.

 

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Facebook e a concorrência no mundo digital

on março 1, 2018 Comentários desativados em Facebook e a concorrência no mundo digital

Já dissemos não uma ou duas vezes, aqui no blog, mas várias: O Facebook sabe concorrer no mercado. Todos os dias o sr. Zuckerberg dorme e acorda pensando em melhorias na rede social, para não ser ultrapassado por outras novidades.

Nesta semana, o rei da internet anunciou uma novidade para a sua rede social: a expansão da seção de empregos. A ideia, segundo o G1, é se equiparar com o LinkedIn, ferramenta de negócios da Microsoft.

A expansão, em verdade, já funciona há um ano no Estados Unidos e no Canadá. A partir de agora, passará a correr em outros países.

Facebook e as melhorias contra a concorrência

É fato que o Facebook é a rede social que mais se atualiza – por este motivo ainda é a mais acessada em todo o mundo. As outras que começam a crescer, normalmente Zuckerberg tenta comprar – como foi com o Whatsapp e o Instagram.

A verdade é que para se trabalhar com internet e redes sociais, é preciso fazer um monitoramento com afinco, para entender diariamente as necessidades dos usuários. Quanto mais assertiva a sua marca for, maior retorno terá.

Fonte: G1 

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Mudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

on janeiro 30, 2018 Comentários desativados em Mudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

Recentemente comentamos sobre as mudanças de algoritmo no Facebook, que visa reduzir a presença de posts de veículos de imprensa e de empresas nos feeds dos usuários. Na ocasião, inclusive, as ações da gigante de Mark Zuckerberg caíram consideravelmente e os diretores de marketing digital se preocuparam.

Muitas empresas já começaram a criar suas estratégias de migração para outras plataformas, reconsiderar budgets para investimento no Facebook e afins. O resumo é: todos ficaram seriamente preocupados – é para se ficar, afinal.

No entanto, existe uma saída interessante para este tema. Seguno o Canaltech, os pequenos influenciadores podem passar a gerar o engajamento que as marcas precisam. O veículo divulgou uma publicação do chefe de News Feed da rede social que explica que as páginas destas personalidades devem aparecer primeiro nos feeds.

Isso significa que cada pequeno influenciador, que tem um determinado nicho, vai poder conversar melhor com o seu público e ter um alcance maior e orgânico. Portanto, o foco agora pode ser voltado para essas pessoas.

Mudança na indústria do marketing digital

Esta mudança do Facebook deixou todos os diretores de marketing digital de cabelos em pé, afinal todas as estratégias criadas até hoje para as mídias cairão por terra. A ideia agora é apostar em nichos e ir direto ao alvo. Por um bom tempo aqueles grandes influenciadores cheios de seguidores eram a galinha dos ovos de ouro para as marcas. Agora o trabalho voltará a ser feito como de formiguinha, tentando alcançar passo a passo cada consumidor, cada leitor, cada cliente.

Se pensarmos friamente, essa sempre foi a ideia das redes sociais: conectar pessoas. Se você transforma este espaço num big streaming, a rede perde o foco. Cairemos no que sempre defendemos: as relações nas mídias são tão reais quanto virtuais. É preciso conservar isto e humanizar o seu negócio para alcançar o seu lugar ao sol.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoMudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

Mudanças e Facebook e a preocupação do mercado

on janeiro 15, 2018 Comentários desativados em Mudanças e Facebook e a preocupação do mercado

Na última semana, gestores de redes sociais ficaram de cabelos em pé com uma notícia divulgada pelo presidente do Facebook, o Mark Zukerberg. O CEO comentou que, a partir de agora, a rede social atualizará o feed de notícias dos usuários com prioridade em conteúdos que amigos e familiares compartilham, reduzindo drasticamente o conteúdo não publicitário de veículos de mídias e marcas.

Seria o fim das marcas no Facebook?

Em verdade, ainda não. Ainda existem algumas alternativas dentro da rede social para continuar mantendo o engajamento com o público. O FaceAds é uma delas. É claro que nada vem de graça nesse mundo, e a publicidade gratuita que sempre foi feita de maneira orgânica ali na rede social uma hora ia acabar. Afinal, Zuckerberg sabe que pode lucrar com a sua plataforma, que atualmente é uma das maiores do mundo.

A situação, no entanto, é preocupante. É claro que ainda é infinitamente mais barato fazer publicidade nas redes sociais do que em impressos, TV, rádio e afins. No entanto, esse cenário não é legal e muito menos democrático para pequenas empresas, que estão há algum tempo tentando galgar o seu lugar ao sol.

Mercado sentindo o movimento do Facebook

Sempre dizemos aqui que Mark Zuckerberg dorme e acorda pensando em maneiras de atualizar a sua ferramenta, de modo que nenhuma outra o ultrapasse. Afinal, sendo o Facebook a maior rede social do mundo, é bem normal que muitas pessoas também durmam e acordem pensando em fazer algo melhor e conseguir os bilhões de dólares que eles ganham diariamente.

No entanto, nem toda atualização pode ser boa. Algumas podem ser um tiro no pé. Segundo o G1, desde o anúncio de Zuckerberg, as ações da empresa caíram drasticamente, cerca de 4% (o que, para uma empresa bilionária, é bastante coisa).

Ainda de acordo com a notícia, essa atualização teria sido feita após algumas criticas de que algoritmos da rede social teriam supostamente priorizado a desinformação e fake news no feed das pessoas.

Fica difícil saber como ficará o mercado das redes sociais – especialmente para as PMEs – a partir de agora. No entanto, nós, gestores, vamos sempre encontrando maneiras de buscar a melhor fatia do bolo neste cenário mais que turbulento.

Fonte: G1

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Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

on janeiro 9, 2018 Comentários desativados em Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

Antigamente, entre o final dos anos 80 e o começo dos anos 90, ainda não tínhamos muita conexão com a tecnologia. Tudo o que se imaginava é que em meados de 2015 o mundo teria alienígenas convivendo com humanos e skates do tipo hoverboard, que flutuam no ar*. É claro que estas suposições se estabeleceram em uma época em que tudo era completamente analógico e um dispositivo poderia se manter por anos na casa de uma pessoa. Até quebrar, mesmo.

Blackout. 2018. Era Black Mirror. Ainda não temos roupas prateadas e ainda não temos relacionamento comprovado com extraterrestres. Mas temos tecnologia – e muita. O que se produz hoje, já vira obsoleto amanhã. As empresas precisam correr atrás do tempo para não ficarem para trás. Lembram que sempre comentamos que Mark Zuckerberg dorme e acorda pensando em inovações, porque todos os dias tem alguém pensando em ultrapassar o Facebook?

Isso é bem lógico. A tecnologia, quando começou a fazer parte efetivamente da vida das pessoas, virou como um vício. As pessoas querem mais, porque de fato, ela facilita e dinamiza muito a nossa rotina. Calhamaços de papel hoje são substituídos por arquivos em nuvem, que podem ser acessados de qualquer lugar. Um comunicado não demora o tempo dos Correios para chegar ao destinatário; Em alguns segundos, o recebedor já pode saber das notícias tranqüilamente, com apenas um botão de Enter.

Tecnologia – corrida contra o tempo

É por este motivo que as empresas precisam se manter tão assertivas quanto às tecnologias em lançamento. Porque muitas vezes milhões de dólares podem ser simplesmente jogados no lixo. Uma nota da Techtudo, divulgada na última semana, exemplificou bem o que queremos dizer. Segundo o veículo, muitas tecnologias – consideradas relativamente novas, já foram descontinuadas por suas companhias, por já terem se tornado absolutamente obsoletas.

Um grande exemplo, que foi uma perda importante para a Apple, foram os iPods Shuffle e Nano. Os dispositivos, que não se conectam à internet, já não fazem mais sentido em uma era recheada de programas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple Music. A própria Apple acabou lançando seu software de download de músicas diretamente da internet, para poder aderir à concorrência no mercado.

Outro exemplo é o famoso GTalk, aplicativo de mensagens acoplado às contas de GMail, que funcionou muito tempo até se deparar com apps mais rápidos, como o Whatsapp e o Telegram.

Veja a lista toda de dispositivos descontinuados neste link. 

Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

Como dissemos acima, a tecnologia veio como um vício em nossas vidas. As pessoas querem mais e mais. Então, como atender às demandas do público sem desperdiçar tempo e dinheiro?

Em primeiro lugar, é preciso entender os pequenos furos analógicos que ainda temos. Pequenas dificuldades do dia a dia que podem ser transformadas da noite para o dia. Em segundo, entender até que ponto as pessoas podem consumir o que você vai propor.

Um exemplo: No Japão, muitas tecnologias novas são produzidas diariamente porque o valor da matéria prima é mais barata, o que acaba deixando os produtos mais acessíveis, ou seja, “compráveis”. Então a população acaba tendo o costume de investir mais e trocar diariamente de dispositivos. Já no Brasil, em que temos impostos batendo no teto, possivelmente produtos novos são taxados com altos tributos, inviabilizando ligeiramente essa rotina japonesa, por exemplo.

Sendo assim, é preciso entender, neste mercado, o que as pessoas poderiam aderir rapidamente, que pudesse ser uma nova facilidade em seu dia a dia.

Em terceiro lugar, vem o fator Mark Zuckerberg: A partir do momento que você cria um software, um dispositivo, um produto que vai melhorar a vida das pessoas consideravelmente, pode ter certeza que milhões de concorrentes vão querer adaptar a sua invenção. E vão querer te ultrapassar.

Fenômeno Stories

O fenômeno “Stories” é um exemplo do que estamos comentando acima. Tudo começou com um aplicativo modesto, chamado Snapchat, que de repente bombou no mundo virtual e viu todos os influenciadores digitais divulgarem sua plataforma. De repente, piscamos, e vemos Instagram, Whatsapp e o próprio Facebook com a mesma função.

Outro exemplo é o Uber, que chegou no mercado com a proposta do aplicativo com motorista particular e, de repente, vimos nascer 99 Pop e Cabify (esta última Espanhola).

Portanto, colegas, lembremos que a tecnologia veio para mudar a vida das pessoas, e se não pensarmos antes em todos os passos que o seu lançamento pode ter, ele fatalmente poderá afundar em pouco tempo depois.

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