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Datas comemorativas e os sequestros de dados

on abril 27, 2018 Comentários desativados em Datas comemorativas e os sequestros de dados

Todo ano é a mesma coisa. Chegam as datas comemorativas importantes, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e os criminosos já começam a agir. Desta vez, a marca atingida foi O Boticário.

Segundo o G1, criminosos usaram o nome da marca para espalhar um golpe que promete kits gratuitos. A intenção é, claro, roubar os dados dos desavisados que clicarem nos links maliciosos.

Nesta semana a empresa informou, através de suas redes sociais, que não está realizando nenhum sorteio de kits e que esta suposta promoção é falsa. Estas armadilhas são feitas para atrair consumidores que buscam descontos e facilidades pra estas datas comemorativas.

O Boticário se pronuncia

O Boticário se viu na obrigação de esclarecer os boatos da suposta promoção e acabou divulgando em suas redes sociais o posicionamento da empresa:

“O Boticário esclarece que não está realizando nenhuma promoção com sorteio de kits de Dia das Mães, conforme informação que circula pelas redes sociais.

O suposto sorteio, que direciona os interessados para uma página de internet, é falso, não corresponde com a realidade e ainda pode representar um risco a quem acessar links estranhos ou preencher possíveis formulários com dados pessoais.

A marca está apurando a origem desses boatos e caso algum consumidor se sinta lesado, os canais de comunicação de O Boticário estão abertos para eventuais dúvidas e esclarecimentos.”

Atenção nos Cliques e nos Dados

A verdade é uma só: As pessoas ainda não prestam atenção no que clicam e no que lêem. E, apesar de as grandes redes como Facebook e Google se mostrarem empenhadas em acabar com as Fake News, muita notícia falsa ainda é dissipada pela internet. Sabem o por quê? Porque as pessoas clicam.

O desejo, a curiosidade é maior. Lembro da época das famigeradas correntes via whatsapp. “Se você passar para 10 pessoas vai ficar rico”. O que as pessoas pensavam: “se eu não ficar rico, pelo menos não faço mal a ninguém”. O que deveriam pensar: “Como eu poderia ficar rico passando uma corrente pelo whatsapp?”.

Essa é a questão. As pessoas não lêem, não interpretam texto e sequer pensam a respeito de algo, por mais absurdo que ele possa parecer. A cegueira e a vontade de ter as coisas gratuitamente falam muito mais alto do que o bom senso.

No entanto, isso pode custar caro. Bem caro. Pode custar o dinheiro da sua conta, ou a sua linha de celular clonada. Ou, ainda, seu cartão de crédito.

Não há escrúpulos quando se há crime. O que deve haver, por parte das vitimas, é apenas uma coisa: bom senso. Quando se pára e tenta entender por que estão oferecendo algo gratuitamente, percebe-se que tem algo errado. Porque nem o relógio, meus amigos, trabalha de graça. Que dirá uma grande marca?

Fonte: G1 

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Andressa NascimentoDatas comemorativas e os sequestros de dados

Crimes virtuais devem julgados em mundo real?

on agosto 23, 2017 Comentários desativados em Crimes virtuais devem julgados em mundo real?

Vamos começar pelo seguinte: Já passou da época de as pessoas entenderem que não estão exatamente seguras porque estão atrás de um botão Enter. Afinal, não é direito de ninguém agredir verbalmente, ofender, se posicionar com posturas preconceituosas no mundo virtual e nada acontecer. Mas o mundo está mudando, como estamos falando disso desde a semana passada.

Acontece que a partir de agora, no Reino Unido, crimes de ódio cometidos em âmbito virtual serão julgados com os mesmos critérios dos crimes do mesmo tipo que acontecem na vida real. Segundo o Canaltech e a Reuters, serão levados em consideração ofensas e hostilidades relacionadas a racismo, sexismo, xenofobia e homofobia.

Crimes virtuais e Brasil atrasado

Brasil ainda não possui um departamento específico para este tipo de ocorrências. É claro que já se pode denunciar alguns assuntos de internet, mas não há um setor dedicado aos crimes de ódio.

Assim como falamos recentemente, é preciso acompanhar o mundo para não ser atropelado pelas novidades. É preciso aceitar que tudo está diferente e que mais setores voltados para a T.I. e para o comportamento humano deverão entrar em voga, porque afinal de contas, ainda é tudo muito novo em nossas vidas. A internet, a alta tecnologia nos atingiu há pouco tempo e ainda somos crianças aprendendo a brincar com o brinquedo. Ainda vamos quebrar. Mas uma hora, vamos saber usar.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoCrimes virtuais devem julgados em mundo real?

Inteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

on junho 7, 2017 Comentários desativados em Inteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

Em meio a tantos ciber ataques, muitas empresas se viram em situação de risco, com medo de perder dados e informações relevantes e importantes para criminosos digitais. Com isso, varias outras gigantes passaram e se preocupar em oferecer um sistema mais seguro, até para acalmar os ânimos do mercado. A Microsoft mesmo, no Ciab FEBRABAN 2017 anunciou uma nova solução com foco em organizações financeiras que evitam fraudes. Segundo o Canaltech, que divulgou a informação a novidade é capaz de detectar tentativas de fraude através de biometria comportamental com inteligência artificial.

Como funciona a Inteligência Artificial da Microsoft?

Segundo a publicação, o sistema utiliza uma máquina para conhecer os padrões de comportamento do usuário enquanto ele utiliza a internet. Aparentemente o sistema consegue inclusive detectar a forma de arrastar o mouse ou tocar na tela do dispositivo móvel.

A tecnologia mais uma vez chega para facilitar a vida das pessoas e das empresas, de modo que todos se sintam mais seguros. Agora é trabalhar para que estes novos sistemas sejam robustos e que não tenham tantas brechas, para evitar que fatalmente haja mais ataques futuramente.

Fonte: Canaltech

 

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Andressa NascimentoInteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

Algoritmos do Facebook e os nossos dados pessoais

on maio 31, 2017 Comentários desativados em Algoritmos do Facebook e os nossos dados pessoais

Todo mundo sabe que o Facebook trabalha com algoritmos que, baseados nos gostos de cada usuário, permite que os conteúdos mais relevantes sejam direcionados de maneira diferente. Certo? Certo. O que poucos sabem é como este sistema funciona. Dito isso, uma empresa chamada Share Lab decidiu realizar pesquisas e desvendar a nossa curiosidade.

Segundo nota divulgada no Canaltech, o Facebook armazenaria, atualmente, pelo menos 300 petabytes de dados, com base de quase dois bilhões de usuários em seu servidor. Isso daria uma media de US$28 bi arrecadados apenas em 2016.

Algoritmos são alimentados pelos usuários

Não é tão novidade, porém é assustador. Segundo a pesquisa, cada informação gerada em cada perfil, ou seja, cada post, upload de foto, vídeo e compartilhamento faz com que a rede social funcione internamente. Basicamente os usuários trabalham para o Facebook.

Ainda de acordo com a publicação, todos os dados que colocamos na rede social são usados para calcular afinidade étnica, preferência partidária, classe social, orientação sexual e afins.

Aplicativos que logam com Facebook

Não somente o que publicamos dentro do Facebook é utilizado através dos algoritmos. Aplicativos que possuem a possibilidade de conexão com a rede social (aqueles famosos botões de “conectar com Facebook”) também podem gerar dados importantes para a empresa, como tipo de alimentação, idade dos familiares, tempo de deslocamento entre casa e trabalho e afins.

Como se proteger

Na verdade, sabemos que para se proteger é evitar fornecer mais dados nas redes sociais, para evitar qualquer tipo de ataque ou seqüestro de dados. Claro que é difícil pensar em não compartilhar fotos, vídeos de momentos marcantes. No entanto, é melhor evitar serviços de quiz e joguinhos e evitar postar fotos com geolocalização ativada.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoAlgoritmos do Facebook e os nossos dados pessoais

Como se prevenir dos ataques virtuais de hackers?

on maio 29, 2017 Comentários desativados em Como se prevenir dos ataques virtuais de hackers?

Com essa onde de ataques virtuais de hackers, seqüestro de dados e informações digitais, toda proteção para os seus dados e os dados da sua empresa é pouco. É preciso investir em mais técnicas e ficar atento aos possíveis ataques.

Atualmente, segundo o G1, milhares de computadores em todo o mundo estão infectados por malwares que os integram com os chamados “botnets”, que nada mais são que redes de computadores zumbis controlados por hackers. Isso significa que alem de receber spams maliciosos, os criminosos podem, eventualmente, vir a usar o seu equipamento para fazer ataques virtuais.

Ainda de acordo com a publicação, o criminoso pode procurar um alvo diretamente ou buscar, através do registro de acessos à internet, suas vitimas. Ou, ainda, pode buscar por emails ou USB já vulneráveis.

Como saber se o meu computador sofreu ataques virtuais de hackers?

  1. Computador mais lento que o normal – é interessante observar o andamento do seu equipamento, especialmente se ele não completa suas atualizações;
  2. E-mails não enviados na caixa de saída – é importante sempre verificar a caixa de saída, se todos os e-mails que estão ali foram enviados por você;
  3. Navegador fecha constantemente sem motivo aparente ou equipamento trava;

Outras dicas podem ser vistas aqui.

Como eliminar o vírus zumbi

É preciso sempre ficar atento às atividades dos seus dispositivos que são conectados à internet. Em caso de movimentações estranhas, o primeiro passo é atualizar antivírus e colocar a proteção de firewall no máximo. Se você entender que o computador já está muito atingido, a solução ideal é formatar e restaurar suas configurações.

Fonte: G1.

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Andressa NascimentoComo se prevenir dos ataques virtuais de hackers?

Quem vê oportunidade em crise, pega a melhor fatia do bolo

on maio 15, 2017 Comentários desativados em Quem vê oportunidade em crise, pega a melhor fatia do bolo

Na última semana, o mundo entrou em pânico com a disseminação do vírus “WannaCry”, um tipo de ransomware que fez com que instituições governamentais como INSS, Itamaraty e Ministério Público tivessem que parar com urgência suas operações. Foi uma oportunidade aterrorizante dos hackers sobre o governo de pelo menos 150 países.

Com o escândalo mundial, muitas empresas de segurança aproveitaram a chance e se beneficiaram de uma retomada no investimento em segurança digital para estas instituições públicas.

Segundo o G1, investidores trataram o problema mundial da falha de segurança como oportunidade para comprar ações em vez de encararem o assunto como preocupação sobre o risco que os malwares representam.

Aproveitando a oportunidade

Pelo menos nas redes sociais sempre falamos sobre isso, sobre o fato de aproveitar uma oportunidade de um ocorrido para trazer um pouco mais do marketing para seus perfis. Estamos falando basicamente da mesma lógica, porém envolvendo uma gama maior de dinheiro e negociações públicas.

Isso é o que chamamos de fazer da adversidade uma oportunidade, amigos. O ramo de tecnologia tem crescido cada vez mais e muito se investe em segurança – vide as hackathons (maratonas de programação para descobrir brechas e falhas em sistemas). Basta saber quem deve continuar no jogo.

Fonte: G1

 

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Andressa NascimentoQuem vê oportunidade em crise, pega a melhor fatia do bolo

Ciberataque mundial: Ninguém está a salvo

on maio 12, 2017 Comentários desativados em Ciberataque mundial: Ninguém está a salvo

Nesta sexta-feira (12) praticamente o mundo parou. Empresas de pelo menos 74 países foram alvo de ciberataque, o que causou interrupção de atendimentos de todas as esferas: setores privados e públicos em todo o mundo. No Brasil, o INSS, a Petrobras, Tribunais de Justiça, o Ministério Público e o Itamaraty tiveram seus sites tirados do ar e computadores desligados; Na Inglaterra, até hospitais públicos tiveram que parar o atendimento e redirecionar ambulâncias para outras unidades.

Ransomware e o ciberataque mundial

Segundo o G1, pesquisas revelaram que o que causou este caos foi um ataque com ransomware (vírus de resgate), que seqüestra dados até que seja pago um resgate. Ainda de acordo com a publicação, a ação pode ter usado uma ferramenta roubada da agência de segurança dos Estados Unidos.

É verdade que sempre comentamos por aqui que é preciso se preocupar com todas as áreas de segurança da nossa empresa, no entanto os hackers são tão rápidos e criativos com seus ataques que, infelizmente, no momento é difícil prever o que pode acontecer.

Hackathons

Muitas empresas de segurança têm investido em “hackathons”, uma maratona de programação com os chamados “hackers do bem”, que procuram brechas em sistemas para tentar prever ataques. Mas pelo menos por enquanto os criminosos têm sido ainda mais criativos.

Enfim, a verdade é que ninguém está a salvo. No entanto, quanto mais blindarmos os nossos sistemas de segurança, mais trabalho daremos para os criminosos – que, normalmente, buscam alvos mais fáceis.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoCiberataque mundial: Ninguém está a salvo

Os ciber ataques que mobilizam o mundo todo

on janeiro 23, 2017 Comentários desativados em Os ciber ataques que mobilizam o mundo todo

A segurança da informação já é um assunto tão importante na área de tecnologia das empresas, que virou assunto inclusive entre países. Na União Europeia, por exemplo, foi considerado testar as defesas do bancos contra os ciber ataques, porque o momento é delicado com as crescentes ameaças e vulnerabilidade no setor.

Segundo o G1, no mesmo período do ano passado foi constatado um montante de R$81 milhões roubados do Banco Central de Bangladesh, depois de o sistema ter sido invadido. Na ocasião, órgãos reguladores no mundo todo apertaram as regras de segurança por conta da fraude e, desde então, boa parte dos países tem ficado de olho na segurança digital.

Com uma comissão de testes cogitada pela União Europeia, poderia haver mais segurança para os países e controles implementados por autoridades locais do bloco econômico.

Seria interessante o Brasil (e, diga-se de passagem, o Mercosul em si) apostar em uma estratégia parecida, visto que o país tem sofrido cada vez mais com ciber ataques, tanto no setor financeiro como em lojas e comércio. A segurança precisa andar antes dos criminosos, para que todos tenham bons resultados e consigam ficar em paz com sua empresa blindada.

Fonte: G1 – http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/ue-estuda-testar-seguranca-de-bancos-com-aumento-de-ataques-virtuais.ghtml

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Nem os gigantes escapam do ciber ataque

on dezembro 6, 2016 Comentários desativados em Nem os gigantes escapam do ciber ataque

Na manhã desta terça-feira (6), LeakedSource, um site especializado em coleta e análise de informações vazadas, anunciou um vazamento de informações roubadas do site Dailymotion, gigantes do streaming e divulgação de vídeos. Segundo o G1, pelo menos 85,2 milhões de pessoas foram afetadas com este problema.

O site divulgou ainda que pelo menos outros 20 vazamentos deverão acontecer neste ano. O que entendemos disto é: Nem os grandes escapam dos roubos de informação.

Claro, vamos ser óbvios: Estas grandes companhias são os principais alvos dos hackers, afinal de contas sua base de informações é infinitamente maior do que de outras empresas menores. No entanto, pensemos: se até eles, que possuem servidores incríveis e sistema de criptografia dos dados sofrem com problemas de segurança, que dirá um negócio menor, com site que possui pouca proteção e atualização de plugins?

É necessário dificultar a todo custo os ciber ataques. É preciso demandar ao desenvolvedor do seu site que haja sempre correções de bugs, falhas e erros que podem, eventualmente, comprometer os dados da sua empresa. Não estamos dizendo que fatalmente sua empresa passará por algum ataque. Porém, é preciso estar preparado para todas as situações, certo?

Fonte: G1 – http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/dados-de-milhoes-de-usuarios-do-site-dailymotion-vazam-na-web.html

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É tempo de desviar dos haters de internet

on novembro 16, 2016 Comentários desativados em É tempo de desviar dos haters de internet

Hoje o Twitter anunciou uma nova ferramenta na rede social que permite mutar palavras e pessoas que destilem ódio, preconceito e bullying pela internet. A iniciativa foi dada após receberem uma série de denúncias de personalidades que sofreram abuso no microblogging.

O caso é: hoje em dia é fácil ser o chamado “hater de internet”. Porque o que separa impropérios de um perfil ou marca é apenas um botão chamado “enter”. Muitos usuários aproveitam que a internet é um local neutro para testar ao máximo as outras pessoas e marcas. Muitas vezes esta pessoa nem tem nada, efetivamente, contra o seu negócio, mas está ali para causar balbúrdia.

Neste caso, como proceder?

Em primeiro lugar, tudo que um hater de internet deseja é ver pessoas / perfis de marca perdendo a linha. Eles querem mesmo ver o circo pegar fogo, querem que sua façanha viralize. Então o ponto número um é: se manter centrado e jamais perder a cabeça com as críticas.

Em segundo lugar, é importante sempre se mostrar amigável e aberto à conversa e sugestões. Desta forma, os odiosos acabam sendo desestabilizados de certa maneira e outros usuários vão perceber a façanha e defender o atacado.

Tudo que um usuário assim quer é que nos importemos e façamos um “grande caso” de qualquer coisa, para que ele se vanglorie depois. Sendo assim, a ferramenta do Twitter chega para melhorar a comunicação neste aspecto. Afinal, quanto mais esquecermos e não dermos bola para os abusos, menos eles vão se dissipar. E assim seguimos em paz.

Fonte: G1 –

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/11/twitter-lanca-ferramenta-para-diminuir-abuso-bullying-e-intimidacao-na-rede.html

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