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Mudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

on janeiro 30, 2018 Comentários desativados em Mudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

Recentemente comentamos sobre as mudanças de algoritmo no Facebook, que visa reduzir a presença de posts de veículos de imprensa e de empresas nos feeds dos usuários. Na ocasião, inclusive, as ações da gigante de Mark Zuckerberg caíram consideravelmente e os diretores de marketing digital se preocuparam.

Muitas empresas já começaram a criar suas estratégias de migração para outras plataformas, reconsiderar budgets para investimento no Facebook e afins. O resumo é: todos ficaram seriamente preocupados – é para se ficar, afinal.

No entanto, existe uma saída interessante para este tema. Seguno o Canaltech, os pequenos influenciadores podem passar a gerar o engajamento que as marcas precisam. O veículo divulgou uma publicação do chefe de News Feed da rede social que explica que as páginas destas personalidades devem aparecer primeiro nos feeds.

Isso significa que cada pequeno influenciador, que tem um determinado nicho, vai poder conversar melhor com o seu público e ter um alcance maior e orgânico. Portanto, o foco agora pode ser voltado para essas pessoas.

Mudança na indústria do marketing digital

Esta mudança do Facebook deixou todos os diretores de marketing digital de cabelos em pé, afinal todas as estratégias criadas até hoje para as mídias cairão por terra. A ideia agora é apostar em nichos e ir direto ao alvo. Por um bom tempo aqueles grandes influenciadores cheios de seguidores eram a galinha dos ovos de ouro para as marcas. Agora o trabalho voltará a ser feito como de formiguinha, tentando alcançar passo a passo cada consumidor, cada leitor, cada cliente.

Se pensarmos friamente, essa sempre foi a ideia das redes sociais: conectar pessoas. Se você transforma este espaço num big streaming, a rede perde o foco. Cairemos no que sempre defendemos: as relações nas mídias são tão reais quanto virtuais. É preciso conservar isto e humanizar o seu negócio para alcançar o seu lugar ao sol.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoMudanças do Facebook e das estratégias de marketing digital

Brasil é um dos países mais afetados por crimes virtuais, diz site

on janeiro 23, 2018 Comentários desativados em Brasil é um dos países mais afetados por crimes virtuais, diz site

Uma notícia divulgada no Canaltech nos deixou bastante preocupados. O veículo aponta que entre os países que mais foram prejudicados com ciber crime está o Brasil – pasmem – em segunda colocação. As informações foram retiradas do relatório publicado pela Symantec.

De acordo com a notícia, pelo menos US$172 bilhões foram roubados de quase 1 bilhão de pessoas no mundo todo. Somente no Brasil, 62 milhões de consumidores foram afetados por golpes na internet. Ainda de acordo com o informe, o perfil das vítimas é semelhante: pessoas que possuem muitos dispositivos conectados dentro e fora de casa, que falham em manter as suas contas seguras.

Troca de senhas

Um dos motivos para que os golpes aconteçam é o fato de a maioria das vítimas não se preocupar em mudar suas senhas regularmente e tampouco usar diferentes códigos para diferentes contas. Segundo a pesquisa, pelo menos 59% dos brasileiros compartilham suas senhas com terceiros.

A matéria na íntegra e o estudo podem ser vistos aqui.

Brasil está preparado para um mundo conectado?

Ainda ontem escrevemos aqui no blog um texto falando sobre como o mundo já está em um caminho sem volta para a conexão. Inteligência artificial e internet das coisas já são realidade e dominam cada vez mais a nossa sociedade. A dúvida que fica, é: estaria o brasileiro preparado para esta mudança?

Porque ontem, claro, citamos como essa era da conexão será produtiva para as empresas, com redução de custos e otimização de serviços. No entanto, para a pessoa física, isso pode ser bastante prejudicial no princípio.

Imagine uma casa completamente conectada, com objetos inteligentes, ligados a apenas uma senha que, muitas vezes, pode ser “1234”? Simplesmente não dá para contar com a sorte. Os ciber criminosos estão cada vez mais vorazes em seus ataques e os ransomwares estão cada vez mais potentes para roubar os dados de consumidores.

O fato é que é preciso se preocupar com a segurança da sua informação. Suas informações bancárias, suas senhas de redes sociais podem ser facilmente hackeadas e podem te dar uma dor de cabeça daquelas.

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Andressa NascimentoBrasil é um dos países mais afetados por crimes virtuais, diz site

Internet, suas conexões e o futuro do mercado

on janeiro 22, 2018 Comentários desativados em Internet, suas conexões e o futuro do mercado

A cada dia que passa, vemos mais dispositivos conectados e mais dinamismo e rapidez em nossas vidas. A internet tem facilitado encontros, compras, facilidades no dia a dia que, nos anos 90, nem imaginávamos que teríamos. E agora a internet das coisas chega para mudar completamente a nossa postura perante o mundo.

Agora a nova tendência e previsão para o mercado são os sistemas inteligentes, que devem beneficiar pesquisas, atendimento ao cliente e drasticamente reduzir custos operacionais. Na CES 2018, que aconteceu em Las Vegas, não se falou em outra coisa do que IoT.

Empresas mais próximas dos clientes

A internet das coisas, com seus dispositivos tecnológicos conectados, deixam especialmente o universo corporativo mais acessível e dinâmico, com custos reduzidos. Esta aproximação com o cliente que a conexão possibilita, faz a diferença no montante final, com respostas em tempo real e reputação digital no âmbito digital.

Segundo o Canaltech, a expectativa é que o investimento em aplicações que usam inteligências artificiais especialmente com internet das coisas siga em crescimento expressivo.

Brasil voltado para a tecnologia e suas conexões

Ainda de acordo com o Canaltech, uma pesquisa realizada pela FGV apontou que o numero de smartphones já é o mesmo numero de habitantes no país. Isso significa que o mercado móvel conectado possui uma posição favorável no futuro da tecnologia.

Muitas pequenas e medias empresas ainda se preocupam com a evolução da internet das coisas e da inteligência artificial no mercado, pois imaginam que haverá uma perda significativa de empregos. De fato, haverá. O mercado nos moldes de hoje não será o mesmo de amanhã. Novas posições deverão ser criadas para suprir as necessidades da indústria, mesmo com a tecnologia.

A partir de agora basta as empresas se abrirem para a adaptação. Afinal de contas, o caminho para o futuro tecnológico das conexões e mobilidade é uma via de mão única.

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Andressa NascimentoInternet, suas conexões e o futuro do mercado

Mudanças e Facebook e a preocupação do mercado

on janeiro 15, 2018 Comentários desativados em Mudanças e Facebook e a preocupação do mercado

Na última semana, gestores de redes sociais ficaram de cabelos em pé com uma notícia divulgada pelo presidente do Facebook, o Mark Zukerberg. O CEO comentou que, a partir de agora, a rede social atualizará o feed de notícias dos usuários com prioridade em conteúdos que amigos e familiares compartilham, reduzindo drasticamente o conteúdo não publicitário de veículos de mídias e marcas.

Seria o fim das marcas no Facebook?

Em verdade, ainda não. Ainda existem algumas alternativas dentro da rede social para continuar mantendo o engajamento com o público. O FaceAds é uma delas. É claro que nada vem de graça nesse mundo, e a publicidade gratuita que sempre foi feita de maneira orgânica ali na rede social uma hora ia acabar. Afinal, Zuckerberg sabe que pode lucrar com a sua plataforma, que atualmente é uma das maiores do mundo.

A situação, no entanto, é preocupante. É claro que ainda é infinitamente mais barato fazer publicidade nas redes sociais do que em impressos, TV, rádio e afins. No entanto, esse cenário não é legal e muito menos democrático para pequenas empresas, que estão há algum tempo tentando galgar o seu lugar ao sol.

Mercado sentindo o movimento do Facebook

Sempre dizemos aqui que Mark Zuckerberg dorme e acorda pensando em maneiras de atualizar a sua ferramenta, de modo que nenhuma outra o ultrapasse. Afinal, sendo o Facebook a maior rede social do mundo, é bem normal que muitas pessoas também durmam e acordem pensando em fazer algo melhor e conseguir os bilhões de dólares que eles ganham diariamente.

No entanto, nem toda atualização pode ser boa. Algumas podem ser um tiro no pé. Segundo o G1, desde o anúncio de Zuckerberg, as ações da empresa caíram drasticamente, cerca de 4% (o que, para uma empresa bilionária, é bastante coisa).

Ainda de acordo com a notícia, essa atualização teria sido feita após algumas criticas de que algoritmos da rede social teriam supostamente priorizado a desinformação e fake news no feed das pessoas.

Fica difícil saber como ficará o mercado das redes sociais – especialmente para as PMEs – a partir de agora. No entanto, nós, gestores, vamos sempre encontrando maneiras de buscar a melhor fatia do bolo neste cenário mais que turbulento.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoMudanças e Facebook e a preocupação do mercado

Era Tinder e as relações reais que passaram a ser virtuais

on janeiro 11, 2018 Comentários desativados em Era Tinder e as relações reais que passaram a ser virtuais

Olha, na maioria das vezes vamos defender a tecnologia e os bens e dinâmica que ela traz para as nossas vidas. Mas em alguns aspectos, viver mais em vida virtual do que real chega a ser um pouco assustador. Para quem, como eu, assiste Black Mirror (a série de Charlie Brooker que comenta as mudanças que as conexões podem trazer para as nossas vidas), é interessante refletir o quanto as telas têm, de fato, interferido de alguma maneira na rotina.

Na manhã desta quinta-feira (11) uma notícia no Canaltech me chamou bastante atenção. Na nota, o Tinder – plataforma de rede social que visa criação de relacionamentos afetivos – dá algumas dicas de como se dar bem com o futuro pretendente. Coisas como “fale sobre você”, “sorria”, “conecte seus perfis, para que o candidato saiba mais sobre a sua vida” foram descritas na ocasião.

Veja a matéria completa aqui. 

Citei Black Mirror acima porque automaticamente lembrei da série ao ler esta matéria. No episódio “Hang the DJ”, (olha o Spoiler! Se não viu ainda, melhor parar por aqui), dois personagens se encontram e passam a seguir orientações dadas por um dispositivo que promete encontrar o “par ideal”. Basicamente o episódio mostra, metaforicamente, como funciona em essência um aplicativo como o Tinder.

Desaprendemos a ter relações pessoais?

Este episódio de Black Mirror me chamou bastante atenção, especialmente por uma fala da personagem: “Como será que as pessoas se viravam antes? [da tecnologia]”. Esta veio automaticamente à minha cabeça quando li as dicas do Tinder sobre como “se comportar para encontrar o grande amor”.

Vamos falar a verdade nua e crua: Seria tão difícil assim criar relações interpessoais de maneira real antes da virtual? Coisas como “sorria”, “fale sobre você” não deveriam ser óbvias?

E são, em verdade. São óbvias se você é da Geração Y para trás, que pegou a internet chegando e mudando a vida das pessoas. Se você ainda é da época em que computador era para usar um belo Paint Brush e olhe lá (estou exagerando, obviamente).

O caso é que a geração Millenials e os novos que estão por vir, de fato desconhecem a relação interpessoal da forma que nós conhecemos no passado. Afinal, é mais fácil dar um “Enter” e ver o que rola do que enfrentar face a face o pretendente e ter que desenvolver a arte do improviso para poder se comunicar (porque, afinal de contas, não é todo mundo que possui o dom da oratória, vamos falar a verdade).

Tinder e a comunicação Agilizada

É claro que se pensarmos friamente, ter uma ajuda de como se comportar para ganhar a atenção de um pretendente é legal e pode evitar algumas frustrações. No entanto, se não temos frustrações, como podemos ter o parâmetro do que é bom ou ruim?

É algo realmente a se pensar. A tecnologia tem que continuar andando lado a lado conosco. Mas nossa essência como pessoa deve permanecer viva. Não importa quanto tempo passe.

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Andressa NascimentoEra Tinder e as relações reais que passaram a ser virtuais

Copa do Mundo: Ano para fazer o seu negócio crescer no mundo virtual

on janeiro 10, 2018 Comentários desativados em Copa do Mundo: Ano para fazer o seu negócio crescer no mundo virtual

Ano de Copa do Mundo e muitas marcas já começaram a se coçar. Este evento é muito esperado no mundo todo e, durante seu acontecimento, é o assunto mais comentado especialmente nas redes sociais. Por este motivo, é interessante colocar o departamento de marketing digital para trabalhar.

Marcas como Vivo, AmBev e Mcdonalds já anunciaram início de estratégias para aumento de engajamento no período. Segundo o Meio & Mensagem, que divulgou essa informação, é importante que as empresas se posicionem antes, durante e depois do campeonato.

Aproximação com o seu leitor

É claro que dependendo do foco da sua empresa, fica mais difícil falar sobre futebol. No entanto, é uma ótima maneira de se aproximar do leitor, especialmente se a sua marca for descontraída e tratar diretamente com o público, o chamado B2C.

Em ano de Copa do Mundo, até quem não acompanha futebol passa a acompanhar. Então se inteirar de resultados, chaves, posição do Brasil no campeonato, mostrar torcida e se mostrar a favor pode contar bons pontos.

Trazendo o seu universo para dentro da Copa do Mundo

É claro que muitas pessoas querem falar exclusivamente do campeonato. Mas por que não aproveitar a oportunidade e fazer uma ligação sutil do seu negócio com o universo do futebol? Por exemplo: A Vivo poderá utilizar o fato de ter uma boa internet para transmissão do streaming de jogos. Isso atrairá o público, de certa maneira, percebe? Afinal, nem todos poderão estar em casa, ou em um bar ou em qualquer lugar que tenha televisão para assistir.

Outra maneira interessante de conversar com o leitor é entrar na brincadeira e nos memes. Veja bem, o Brasil é o maior produtor de memes do mundo, na atualidade. Nós brincamos inclusive com coisas sérias.

 

Quando o Estado Islâmico ameaçou o Brasil, essa foi a resposta dos internautas

O mundo preocupado com uma possível terceira guerra mundial, enquanto o Brasil…

Portanto, entrar na brincadeira e se posicionar de maneira bem humorada pode render bons frutos.

Entrando na conversa dos gigantes

É claro que quando falamos de posicionamento das redes sociais, também queremos nos referir às oportunidades que são geradas pelas grandes empresas. Uma empresa de pequeno porte, por exemplo, pode não ter o mesmo engajamento diário que uma gigante. No entanto, pode tentar gerar conversa para atrair curiosos para a sua marca.

O importante, amigos, é aproveitar o momento para fazer o seu negócio crescer. As pessoas estão animadas, inflamadas e poderão aderir ao seu negócio – desde que você fale sua língua.

Fonte: Meio & Mensagem 

 

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Andressa NascimentoCopa do Mundo: Ano para fazer o seu negócio crescer no mundo virtual

Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

on janeiro 9, 2018 Comentários desativados em Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

Antigamente, entre o final dos anos 80 e o começo dos anos 90, ainda não tínhamos muita conexão com a tecnologia. Tudo o que se imaginava é que em meados de 2015 o mundo teria alienígenas convivendo com humanos e skates do tipo hoverboard, que flutuam no ar*. É claro que estas suposições se estabeleceram em uma época em que tudo era completamente analógico e um dispositivo poderia se manter por anos na casa de uma pessoa. Até quebrar, mesmo.

Blackout. 2018. Era Black Mirror. Ainda não temos roupas prateadas e ainda não temos relacionamento comprovado com extraterrestres. Mas temos tecnologia – e muita. O que se produz hoje, já vira obsoleto amanhã. As empresas precisam correr atrás do tempo para não ficarem para trás. Lembram que sempre comentamos que Mark Zuckerberg dorme e acorda pensando em inovações, porque todos os dias tem alguém pensando em ultrapassar o Facebook?

Isso é bem lógico. A tecnologia, quando começou a fazer parte efetivamente da vida das pessoas, virou como um vício. As pessoas querem mais, porque de fato, ela facilita e dinamiza muito a nossa rotina. Calhamaços de papel hoje são substituídos por arquivos em nuvem, que podem ser acessados de qualquer lugar. Um comunicado não demora o tempo dos Correios para chegar ao destinatário; Em alguns segundos, o recebedor já pode saber das notícias tranqüilamente, com apenas um botão de Enter.

Tecnologia – corrida contra o tempo

É por este motivo que as empresas precisam se manter tão assertivas quanto às tecnologias em lançamento. Porque muitas vezes milhões de dólares podem ser simplesmente jogados no lixo. Uma nota da Techtudo, divulgada na última semana, exemplificou bem o que queremos dizer. Segundo o veículo, muitas tecnologias – consideradas relativamente novas, já foram descontinuadas por suas companhias, por já terem se tornado absolutamente obsoletas.

Um grande exemplo, que foi uma perda importante para a Apple, foram os iPods Shuffle e Nano. Os dispositivos, que não se conectam à internet, já não fazem mais sentido em uma era recheada de programas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple Music. A própria Apple acabou lançando seu software de download de músicas diretamente da internet, para poder aderir à concorrência no mercado.

Outro exemplo é o famoso GTalk, aplicativo de mensagens acoplado às contas de GMail, que funcionou muito tempo até se deparar com apps mais rápidos, como o Whatsapp e o Telegram.

Veja a lista toda de dispositivos descontinuados neste link. 

Quem tem fome de tecnologia, tem pressa

Como dissemos acima, a tecnologia veio como um vício em nossas vidas. As pessoas querem mais e mais. Então, como atender às demandas do público sem desperdiçar tempo e dinheiro?

Em primeiro lugar, é preciso entender os pequenos furos analógicos que ainda temos. Pequenas dificuldades do dia a dia que podem ser transformadas da noite para o dia. Em segundo, entender até que ponto as pessoas podem consumir o que você vai propor.

Um exemplo: No Japão, muitas tecnologias novas são produzidas diariamente porque o valor da matéria prima é mais barata, o que acaba deixando os produtos mais acessíveis, ou seja, “compráveis”. Então a população acaba tendo o costume de investir mais e trocar diariamente de dispositivos. Já no Brasil, em que temos impostos batendo no teto, possivelmente produtos novos são taxados com altos tributos, inviabilizando ligeiramente essa rotina japonesa, por exemplo.

Sendo assim, é preciso entender, neste mercado, o que as pessoas poderiam aderir rapidamente, que pudesse ser uma nova facilidade em seu dia a dia.

Em terceiro lugar, vem o fator Mark Zuckerberg: A partir do momento que você cria um software, um dispositivo, um produto que vai melhorar a vida das pessoas consideravelmente, pode ter certeza que milhões de concorrentes vão querer adaptar a sua invenção. E vão querer te ultrapassar.

Fenômeno Stories

O fenômeno “Stories” é um exemplo do que estamos comentando acima. Tudo começou com um aplicativo modesto, chamado Snapchat, que de repente bombou no mundo virtual e viu todos os influenciadores digitais divulgarem sua plataforma. De repente, piscamos, e vemos Instagram, Whatsapp e o próprio Facebook com a mesma função.

Outro exemplo é o Uber, que chegou no mercado com a proposta do aplicativo com motorista particular e, de repente, vimos nascer 99 Pop e Cabify (esta última Espanhola).

Portanto, colegas, lembremos que a tecnologia veio para mudar a vida das pessoas, e se não pensarmos antes em todos os passos que o seu lançamento pode ter, ele fatalmente poderá afundar em pouco tempo depois.

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Andressa NascimentoQuem tem fome de tecnologia, tem pressa

Demissões na Salesforce e a reflexão sobre o que é publicado na internet

on janeiro 5, 2018 Comentários desativados em Demissões na Salesforce e a reflexão sobre o que é publicado na internet

Já ouvimos muitos casos na internet de demissões envolvendo publicações polêmicas nas redes sociais. A empresa Salesforce foi comentada nesta semana por conta da demissão do presidente da unidade Brasil justamente causada por uma foto na internet.

Na festa de fim de ano da empresa, houve um concurso de fantasias e um funcionário vestiu uma fantasia polêmica, se referindo a um meme muito comum compartilhado via whatsapp, chamado (sic) “Negão do Whatsapp”; A imagem, quando aberta, revela um conteúdo inapropriado.

Logo que a sede, nos Estados Unidos, soube da fantasia – o problema começou. Segundo a Canaltech, a empresa teria achado inadmissível e inapropriada a fantasia, especialmente por o funcionário ter supostamente satirizado a imagem de um homem negro, perpetuando estereótipos de raça. Na terra de Tio Sam, o chamado “Blackface” (a prática inicialmente teatral em que atores brancos se pintavam com carvão para representar personagens afro-americanos) é absolutamente mal vista. Portanto, juntando os dois temas, a Salesforce entendeu que o erro foi gravíssimo.

Inicialmente solicitou-se o desligamento do próprio funcionário. Como seu diretor e até o presidente da sede Brasil intervieram, tentando explicar que tudo não passou de uma brincadeira, acabaram sofrendo as conseqüências também.

Salesforce exagerou?

Pensando em contexto Brasil, o país dos memes (se isso contasse algo, seguramente seríamos a maior potencia mundial atualmente), isso não seria considerado grave. Pensemos: Era um concurso de fantasias, o rapaz apenas reproduziu o meme que, sim, é inapropriado (especialmente por conta da Blackface, que também é muito mal vista aqui no país também).

Pensando em contexto corporativo, sim, a fantasia também foi exagerada, afinal. Lembremos que mesmo que seja a “festa da firma”, existe toda uma postura que se deve seguir (afinal, na segunda-feira todo mundo vai estar ali olhando para a sua cara, convenhamos).

Pensando no contexto digital, é imprescindível pensar antes de dar upload em qualquer coisa na internet. Seja foto, vídeo ou qualquer quote em seu feed. Ainda que os nossos perfis sejam NOSSOS, em teoria, o conteúdo vira virtual. Ou seja, não é mais seu. É do mundo. E isso pode sim, de fato, atrapalhar a sua carreira, as suas relações interpessoais, o seu meio e rotina. Uma pessoa que não conhece o meme, por exemplo, poderia ficar constrangida com a imagem e se sentir ofendida.

Mesmo que não concorde, as redes sociais são, atualmente, uma extensão do nosso currículo. As empresas procuram entender como se comportam, normalmente, as pessoas em seu dia a dia para verificar se aqueles perfis batem com os preceitos da empresa.

É justo? Realmente não sabemos te dizer. Afinal, quando se vive mais no mundo virtual do que o real, tudo fica em jogo. É aquela velha brincadeira de dizer “isso é muito Black Mirror”. E é, mesmo. É preciso saber usar a tecnologia que, de fato, é maravilhosa. Sabendo usar para o bem, não tem erro.

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YouTube e a era do streaming

on dezembro 11, 2017 Comentários desativados em YouTube e a era do streaming

De fato, estamos na era do streaming. Tudo que acessamos vem de algum canal em transmissão, seja Netflix, YouTube, Spotify, Deezer, Apple Music, etc. A real é que, assim como falamos muitas vezes aqui no blog, ganha mais corre e consegue a maior fatia do bolo do mercado.

O Google, que sabe fazer isso muito bem, já sacou que apenas o vídeo para o setor do YouTube pode ser “pouco”. O pouco entre aspas, mesmo, porque embora esta seja uma das maiores plataformas de vídeo da atualidade, o público deseja mais. Muitas pessoas, por exemplo, que escutavam suas playlists na rede social agora acabaram migrando para planos como o do Spotify e AppleMusic, que são práticos e baratos.

YouTube engloba vídeo e musica

A Alphabet, unidade voltada para música da Google, anunciou que pretende apresentar um serviço de streaming de música pago a partir de Março de 2018. Segundo o G1, a Warner já teria assinado contrato e a Sony e a Merlin estariam negociando.

Ainda de acordo com a publicação, o serviço deverá se chamar “Remix” e competirá com ofertas similares as da Spotify e Apple Music.

Se o YouTube criar um serviço acessível e intuitivo com plataformas mobile e desktop, possivelmente tem potencial de alcançar rapidamente seus concorrentes. Vamos esperar. Quem ganha, na verdade, é o consumidor.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoYouTube e a era do streaming