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Google ajusta ferramenta de busca de ofertas de emprego

on junho 22, 2017 Comentários desativados em Google ajusta ferramenta de busca de ofertas de emprego

Desde 2014, o Brasil enfrenta uma crise política-econômica que afetou uma boa parte dos empregados do país. Muitas empresas acabaram reduzindo o quadro de funcionários e hoje a busca por uma oferta de emprego é grande. Muitas pessoas acabam se cadastrando em sites como Linkedin, Catho, Infojobs para procurar novas oportunidades.

Google e as ofertas de emprego

Normalmente, quando se está desempregado, a primeira idéia é “dar um Google” e buscar por oportunidades em alguns sites renomados. Mas a própria Gigante das buscas prometeu facilitar a vida de quem está na corrida pelo emprego. Na última terça-feira, a empresa estreou uma ferramenta dentro do sistema de buscas que procura as vagas mais próximas que se ajustem às necessidades do usuário.

Segundo o G1, basta os usuários escreverem “trabalhos perto de mim” ou frases parecidas para que o Google mostre resultados com ofertas de emprego.

Chegada da ferramenta ao Brasil

Ainda que atualmente o Brasil seja o local com mais necessidades de oferta / demanda de emprego, a ferramenta ainda não está disponível em terras tupiniquins. Inicialmente o serviço ficará disponível apenas nos Estados Unidos e em Inglês e não há data para chegada aqui.

A estratégia da gigante das buscas vai, de fato, facilitar a vida de muitas pessoas, se pensarmos que atualmente o mundo todo passa por dificuldades econômicas. Conforme falamos no texto que publicamos ontem, sobre as redes sociais se integrarem para o bem do público, o Google também dispara com esta função auxiliadora em tempos difíceis. Só esperamos, agora, que chegue rapidamente ao Brasil. Afinal, nós precisamos!

Fonte: G1

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Andressa NascimentoGoogle ajusta ferramenta de busca de ofertas de emprego

Facebook e Spotify unidos: a integração das redes sociais

on junho 21, 2017 Comentários desativados em Facebook e Spotify unidos: a integração das redes sociais

Que o mundo está voltado para as redes sociais, nós já sabemos. Agora, o que vemos é a integração de vários players grandes, a fim de deixar os usuários cada vez mais conectados e confortáveis.

Facebook Messenger e Spotify

Segundo o Canaltech, a gigante de Mark Zuckerberg anunciou uma novidade: agora o aplicativo de mensagens, o Facebook Messenger, se uniu ao Spotify e agora permite que listas de reprodução de músicas sejam criadas na própria janela do chat. Ainda de acordo com a publicação, a novidade funciona para indivíduos e grupos.

Para o público, a novidade vem agregar – e muito – valor para as duas marcas. Os dois players, diferentes porém com o mesmo foco – integração nas redes sociais – vão permitir que tudo seja feito dentro de apenas uma plataforma. É uma maneira simples de diminuir aplicativos, espaço no dispositivo e manter todas as atividades na mesma janela. Para grupos que costumam se reunir para festas e afins, vai ser absolutamente democrático, se pensarmos que todos podem adicionar músicas na lista e que apenas uma pessoa necessariamente precisa ter conta no Spotify.

As redes sociais, em verdade, vieram para democratizar a nossa vida. A comunicação, o compartilhamento de informações e de idéias, de sugestões faz com que todos se tornem cada vez mais 3.0. E as gigantes captaram esta ideia e já estão colocando em prática suas novas fórmulas, para surpreender cada vez mais o público.

Fonte: https://canaltech.com.br/noticia/facebook/agora-voce-pode-criar-playlists-do-spotify-pelo-facebook-messenger-95756/

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Andressa NascimentoFacebook e Spotify unidos: a integração das redes sociais

A era cloud: O mundo virou nuvem

on junho 20, 2017 Comentários desativados em A era cloud: O mundo virou nuvem

Anos atrás, ligávamos um PC 386 e sequer imaginávamos que no futuro teríamos tanta informação para guardar e dissipar. Naquela época, qualquer documento era tão leve, que cabia nos 1.44 mb dos disquetes produzidos especialmente para armazenamento de coisas simples. Não sabíamos, naquele momento, que hoje teríamos algo muito mais leve para armazenar coisas tão pesadas. Bem vindo à era da nuvem, a famosa cloud!

Ainda que estejamos em 2017, muitos ainda são receosos de utilizar a nuvem para guardar ou dissipar suas informações em um lugar não físico. Porque, em verdade, é assim que se utiliza a cloud: Você faz upload de seus documentos em um lugar que você não sabe onde e ele fica ali, para que seja acessado de qualquer lugar do mundo. É uma mistura de assustador com maravilhoso.

Vamos um pouco além. Desculpem assustá-los, mas acontece que o mundo já virou nuvem. E se você não vier nesse barco, vai ficar enterrado nas burocracias da ‘Terra’ para sempre, até desaparecer. A cloud não se trata, apenas de colocar um documento em uma pasta no seu Dropbox ou Google Drive e ficar por isso mesmo. A nuvem se trata se comunicação.

Hoje em dia, os maiores players do mercado digital tem o serviço todo focado em cloud. Vejamos, por exemplo, Netflix e Spotify, os queridinhos da maioria da população, conseguem manter o serviço e qualidade por manter um banco de dados em nuvem.

Netflix na Cloud

A Netflix, em verdade (sejamos justos), não começou suas operações com data center totalmente em nuvem. A gigante do streaming somente concluiu a transição de seus dados para a cloud em meados de janeiro do ano passado por, naquela época, já representar 40% da largura total de banda da internet em horários de pico (imaginem hoje em dia).

A verdade é que, com o passar do tempo, mais documentos, informações, arquivos são gerados e é necessário espaço para armazenar isso, já que nem nossos computadores aguentam tanta coisa.

Google Drive e os backups dos computadores

Uma notícia recente que animou muitas pessoas foi uma novidade da Google, que já possui um sistema de nuvem, o Drive. Agora, o sistema também vai permitir que arquivos de qualquer lugar do dispositivo sejam armazenados na ferramenta. Isso pode incluir a área de trabalho, documentos específicos e afins. É basicamente um backup do seu próprio computador sem intermédio de nenhum software ou hardware.

Mudança de foco, mudança de comportamento

Mesmo as pessoas que se sentem receosas com a nuvem, eventualmente terão que se acostumar com ela. Ou com qualquer outro recurso tecnológico que facilite ainda mais a nossa vida. O mundo segue acompanhando as mudanças. Quem perde o bonde, tem que correr atrás do prejuízo depois. É algo que é difícil evitar. Foi como a chegada da internet, das redes sociais. Conquista aos poucos, mas chega.

Fontes: Olhar Digital Techtudo

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Andressa NascimentoA era cloud: O mundo virou nuvem

Público: o segmentado vale mais do que o geral em muitos casos

on junho 14, 2017 Comentários desativados em Público: o segmentado vale mais do que o geral em muitos casos

Com as informações que se dissipam rapidamente pela internet, as marcas precisaram encontrar uma forma de falar com seu público – ou com vários públicos – de modo que todos se sintam representados e sintam afinidade de alguma forma. Com o marketing digital a mil, em que é necessário ter as melhores idéias em tempo recorde, é preciso sempre pensar no alvo e o que você quer levar com cada campanha.

Google e a Parada LGBT

O Google é um exemplo de segmentação. Alem de criar doodles interativos para cada tema comemorativo. Para este final de semana, que acontece a Parada LGBT, por exemplo, a gigante anunciou que vai destacar, em seu aplicativo Maps, o trajeto do evento com as cores do arco-íris (que representam o movimento).

Essa forma de indicar eventos especiais na ferramenta de mapeamento é uma tecnologia que nasceu no Brasil e começou a ser usada durante o Carnaval de 2017.

Como chegar no seu público

O fato é que o público quer ser representado, como dissemos acima. Atualmente, quanto mais focada sua comunicação for, mais resultado vai ter. Ainda que parte da sua audiência seja abdicada para tal. Afinal de contas, temos que enxergar as coisas como uma balança: um público segmentado menor às vezes é mais engajado do que um público geral maior, certo?

De qualquer forma, o ideal é sempre fazer um estudo sobre o que a sua marca quer, qual o conceito que ela tem e como ela deve levar isso para as pessoas.

Fonte: G1

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Andressa NascimentoPúblico: o segmentado vale mais do que o geral em muitos casos

A rapidez das informações no marketing digital

on junho 12, 2017 Comentários desativados em A rapidez das informações no marketing digital

Quando as notícias dos veículos começaram a ser veiculadas na internet, na própria transição o público – e os próprios repórteres – já foram entendendo que uma mudança muito grande de comportamento estava por vir. Hoje em dia não há mais uma apuração aprofundada de todo e qualquer tema que virá à publicação. Especialmente com as redes sociais em alta, muitas matérias e reportagens surgem a partir de simples posts. Aparentemente o mercado, o marketing digital acabou acordando para esta estratégia também. Hoje em dia, quem tem a melhor idéia mais rápido. Vimos um caso, nesta semana, que reflete bem o que estamos comentando. A Coca Cola anunciou uma Fanta sabor Guaraná. Bugou sua cabeça?

Aqui também bugou, já que 1) a Coca já tem suas marcas de Guaraná e 2) Sabe-se que aqui as Fantas de outros sabores nunca foram tão exploradas. Será uma nova estratégia da Coca?

Novas idéias atraem o consumidor

A verdade é que os produtos possuem vida útil. Manter uma marca, com tanto acesso às informações novas, é relativamente difícil. Um assunto pode estar no hype hoje e amanhã simplesmente desaparecer, como se nunca tivessem falado daquele tema. E aí, o que você faz? Senta e chora com todos os seus produtos na prateleira?

Tática de Mark Zuckerberg

Vamos te fazer uma pergunta simples: Por que o Facebook se tornou tão grande e inatingível? Porque, claro, você deve imaginar que todos os dias empresas bolam estratégias atrás de estratégias para tentar passar a gigante de Mark Zuckerberg.

O grande lance é simples: Ele tem uma equipe focada em criar coisas novas todos os dias para o Facebook. Para alguns usuários até soa como encheção de saco tanta mudança, mas a verdade é que se ele pensa que o jogo está ganho, ele vai tomar uma bolada de alguém e vai cair. Porque o mercado é assim, é cruel. Todo mundo é fiel até que apareça um melhor com melhores condições, percebe?

Cada minuto conta na corrida contra a concorrência

Encaremos os fatos: Com a internet e as possibilidades de viralizar memes e campanhas a todo momento, é imprescindível que as marcas sempre pensem em inovação. É preciso inovar, criar coisas novas, produtos novos, transformar aquele produto básico em outra coisa que vai encantar os consumidores. Só assim para manter uma marca sempre em pé. Porque não adianta ser o mais inovador de todos: Alguém vai querer te copiar. Vai querer pegar um pouco do seu sucesso. Portanto, mãos à obra!

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Andressa NascimentoA rapidez das informações no marketing digital

E se fizéssemos pagamentos usando o Whatsapp?

on junho 8, 2017 Comentários desativados em E se fizéssemos pagamentos usando o Whatsapp?

O Whatsapp é, atualmente, um dos aplicativos mais utilizados no Brasil (se não o mais utilizado) e, ainda que Mark Zuckerberg ofereça sempre novidades para a plataforma, agora uma solução poderá surpreender os usuários.

Acontece que o Banco do Brasil anunciou um novo sistema de pagamento por meio de mensagem de texto no Whatsapp. Chamada “Pagar ou Receber”, essa funcionalidade vai facilitar as transferências entre usuários.

Segurança do sistema de pagamentos

Segundo o Canaltech, o Banco do Brasil, responsável pelo projeto, afirmou que os usuários poderão ficar tranqüilos, porque o ambiente criado por eles é totalmente seguro, ainda que estejamos falando em whatsapp.

De fato, o sistema conta com um QR Code, e por os dados compartilhados no whatsapp serem criptografados, a segurança se torna ainda maior. Com a solução, de acordo com a instituição, haverá a redução de vazamento de informações bancárias na net.

Inteligência tecnológica x aceite do público

De fato, analisemos: Vivemos em um país cujas pessoas são super desconfiadas, e após tantos ciberataques, será que a população vai confiar livremente na novidade?

Será necessário, neste caso, fazer um planejamento estratégico de divulgação do produto e fazer com que as pessoas entendam que a tecnologia tem seus lados ruins, como é o caso dos ciberataques, mas que na maioria das vezes chega para somar e tornar a nossa vida muito mais fácil.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoE se fizéssemos pagamentos usando o Whatsapp?

Inteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

on junho 7, 2017 Comentários desativados em Inteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

Em meio a tantos ciber ataques, muitas empresas se viram em situação de risco, com medo de perder dados e informações relevantes e importantes para criminosos digitais. Com isso, varias outras gigantes passaram e se preocupar em oferecer um sistema mais seguro, até para acalmar os ânimos do mercado. A Microsoft mesmo, no Ciab FEBRABAN 2017 anunciou uma nova solução com foco em organizações financeiras que evitam fraudes. Segundo o Canaltech, que divulgou a informação a novidade é capaz de detectar tentativas de fraude através de biometria comportamental com inteligência artificial.

Como funciona a Inteligência Artificial da Microsoft?

Segundo a publicação, o sistema utiliza uma máquina para conhecer os padrões de comportamento do usuário enquanto ele utiliza a internet. Aparentemente o sistema consegue inclusive detectar a forma de arrastar o mouse ou tocar na tela do dispositivo móvel.

A tecnologia mais uma vez chega para facilitar a vida das pessoas e das empresas, de modo que todos se sintam mais seguros. Agora é trabalhar para que estes novos sistemas sejam robustos e que não tenham tantas brechas, para evitar que fatalmente haja mais ataques futuramente.

Fonte: Canaltech

 

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Andressa NascimentoInteligência Artificial: Necessidade ou evolução?

Redes sociais em prol do bem e contra o terrorismo

on junho 5, 2017 Comentários desativados em Redes sociais em prol do bem e contra o terrorismo

Com a onda de atentados que tem acontecido na Europa, a população mundial está em alerta e preocupada com os acontecimentos. Após o último incidente, que aconteceu em Londres neste fim de semana, o Facebook decidiu se posicionar sobre o assunto e anunciou que deseja criar um ambiente hostil contra terroristas para impedir que eles espalhem sua ideologia.

Segundo o Canaltech, a ferramenta usará sistemas de moderação e monitoramento para repelir e tirar todo o conteúdo de natureza terrorista da rede social. Além disso, a gigante de Zukerberg levará em consideração as denúncias feitas por usuários para garantir a segurança dos membros do Facebook.

Parceria com outras gigantes contra o terrorismo

Além do Facebook, outras gigantes da tecnologias estão unidas contra o terrorismo. O Google e a Microsoft também participam da força-tarefa de criar um banco de dados de imagens ligadas ao terrorismo para poder barrar estas possíveis publicações.

A companhia também participa de um esforço conjunto com a Google, por meio do YouTube, e a Microsoft para criar um banco de dados de imagens ligadas ao terrorismo que possam alimentar sistemas de inteligência artificial. A ideia é entender a dinâmica de compartilhamento de conteúdo terrorista, de forma a agir mais rapidamente, mas não de forma automática, na localização de suspeitos e entrega de publicações às autoridades.

Suicídios e conteúdos transmitidos ao vivo

A atitude do Facebook basicamente foi necessária, após uma série de gafes protagonizadas recentemente pela empresa. Pelo menos dois suicídios foram transmitidos pela rede social através da ferramenta “live” , que possibilita o streaming ao vivo, alem de publicações com fotos de estupro e homicídios.

Com os problemas em voga, a empresa se viu obrigada a aumentar a equipe para poder ter mais agilidade de detectar este tipo de conteúdo.

Fonte: Canaltech

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Andressa NascimentoRedes sociais em prol do bem e contra o terrorismo

Google anuncia recurso de AdBlock e empresas já se preocupam

on junho 2, 2017 Comentários desativados em Google anuncia recurso de AdBlock e empresas já se preocupam

Muitas pessoas que não gostam de anúncios em suas buscas acabaram instalando uma extensão chamada AdBlock, que ficou super conhecida e popular. Como sabemos, as grandes empresas eventualmente abocanham as pequenas que começam a fazer sucesso e não foi diferente com o Google: a gigante das buscas anunciou que adicionará, em seu navegador, um bloqueador de anúncios – porém de uma forma diferente.

AdBlock do Google

Segundo o Canaltech, que divulgou a informação, o Google que transformar este “bloqueio de anúncios” em uma operação inteligente e não deixar que a extensão barre todo e qualquer tipo de publicidade. Apenas aquelas consideradas incômodas e intrusivas demais deverão sair da lista dos usuários, de acordo com seus gostos.

Ainda de acordo com a publicação, é possível que muitas empresas encarem esta nova atitude do Google um tanto arbitrária e possam vir a alegar que a gigante está querendo moldar à sua forma o modo como a publicidade roda nos navegadores. O recurso deve ficar disponível no início de 2018.

Expectativas

De fato, muitas empresas podem se incomodar com o fato de não ter a certeza de estar investindo corretamente no Google. No entanto, se olharmos por outro prisma, a partir de então será possível fazer anúncios mais segmentados e assertivos para o público. O que indicamos neste momento, é: um bom time de marketing e finanças para seguir na frente da concorrência neste lado pago da internet.

Fonte: Canaltech

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Algoritmos do Facebook e os nossos dados pessoais

on maio 31, 2017 Comentários desativados em Algoritmos do Facebook e os nossos dados pessoais

Todo mundo sabe que o Facebook trabalha com algoritmos que, baseados nos gostos de cada usuário, permite que os conteúdos mais relevantes sejam direcionados de maneira diferente. Certo? Certo. O que poucos sabem é como este sistema funciona. Dito isso, uma empresa chamada Share Lab decidiu realizar pesquisas e desvendar a nossa curiosidade.

Segundo nota divulgada no Canaltech, o Facebook armazenaria, atualmente, pelo menos 300 petabytes de dados, com base de quase dois bilhões de usuários em seu servidor. Isso daria uma media de US$28 bi arrecadados apenas em 2016.

Algoritmos são alimentados pelos usuários

Não é tão novidade, porém é assustador. Segundo a pesquisa, cada informação gerada em cada perfil, ou seja, cada post, upload de foto, vídeo e compartilhamento faz com que a rede social funcione internamente. Basicamente os usuários trabalham para o Facebook.

Ainda de acordo com a publicação, todos os dados que colocamos na rede social são usados para calcular afinidade étnica, preferência partidária, classe social, orientação sexual e afins.

Aplicativos que logam com Facebook

Não somente o que publicamos dentro do Facebook é utilizado através dos algoritmos. Aplicativos que possuem a possibilidade de conexão com a rede social (aqueles famosos botões de “conectar com Facebook”) também podem gerar dados importantes para a empresa, como tipo de alimentação, idade dos familiares, tempo de deslocamento entre casa e trabalho e afins.

Como se proteger

Na verdade, sabemos que para se proteger é evitar fornecer mais dados nas redes sociais, para evitar qualquer tipo de ataque ou seqüestro de dados. Claro que é difícil pensar em não compartilhar fotos, vídeos de momentos marcantes. No entanto, é melhor evitar serviços de quiz e joguinhos e evitar postar fotos com geolocalização ativada.

Fonte: Canaltech

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